02 DE JULHO - TERÇA-FEIRA - Liturgia Diária da Igreja Católica Apostólica Romana

"extra Ecclesiam nulla salus"
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Liturgia Diária

3ª-FEIRA DA 13ª SEMANA
TEMPO COMUM



1a Leitura
Gn 19,15-29


O Senhor fez então chover do céu enxofre e fogo sobre Sodoma e Gomorra.

Leitura do Livro do Gênesis 19, 15-29
Naqueles dias:
15 Os anjos insistiram com Ló, dizendo: 'Levanta-te, toma tua mulher e tuas duas filhas, e sai, para não morreres também por causa das iniqüidades da cidade'.
16 Como ele hesitasse, os homens tomaram-no pela mão, a ele, à mulher e às duas filhas - pois o Senhor tivera compaixão dele -, fizeram-nos sair e deixaram-nos fora da cidade.
17 Uma vez fora, disseram: 'Trata de salvar a tua vida. Não olhes para trás, nem te detenhas em parte alguma desta região. Mas foge para a montanha, se não quiseres morrer'.
18 Ló respondeu: 'Não, meu Senhor, eu te peço!
19 O teu servo encontrou teu favor e foi grande a tua bondade, salvando-me a vida. Mas receio não poder salvar-me na montanha, antes que a calamidade me atinja e eu morra.
20 Eis aí perto uma cidade onde poderei refugiar-me; é pequena, mas aí salvarei a minha vida'. E ele lhe disse: 'Pois bem, concedo-te também este favor: não destruirei a cidade de que falas.
22 Refugia-te lá depressa, pois nada posso fazer enquanto não tiveres entrado na cidade'. Por isso foi dado àquela cidade o nome de Segor.
23 O sol estava nascendo, quando Ló entrou em Segor.
24 O Senhor fez então chover do céu enxofre e fogo sobre Sodoma e Gomorra.
25 Destruiu as cidades e toda a região, todos os habitantes das cidades e até a vegetação do solo.
26 Ora, a mulher de Ló olhou para trás e tornou-se uma estátua de sal.
27 Abraão levantou-se bem cedo e foi até o lugar onde antes tinha estado com o Senhor.
28 Olhando para Sodoma e Gomorra, e para toda a região, viu levantar-se da terra uma densa fumaça, como a fumaça de uma fornalha.
29 Mas, ao destruir as cidades da região, Deus lembrou-se de Abraão e salvou Ló da catástrofe que arrasou as cidades onde Ló havia morado.
Palavra do Senhor.



Salmo
Sl 25,2-3. 9-10. 11-12 (R.3a)

R.Tenho sempre vosso amor ante meus olhos.

2Provai-me, ó Senhor, e examinai-me, /
sondai meu coração e o meu íntimo!
3Pois tenho sempre vosso amor ante meus olhos; /
vossa verdade escolhi por meu caminho.
R.

9Não junteis a minha alma à dos malvados, /
nem minha vida à dos homens sangüinários;
10eles têm as suas mãos cheias de crime; /
sua direita está repleta de suborno.
R.

11Eu, porém, vou caminhando na inocência; /
libertai-me, ó Senhor, tende piedade!
12Está firme o meu pé na estrada certa; /
ao Senhor eu bendirei nas assembléias.
R.



Evangelho
Mt 8,23-27

Levantando-se, ameaçou os ventos e o mar, e fez-se uma grande calmaria.

+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 8, 23-27
Naquele tempo:
23 Jesus entrou na barca, e seus discípulos o acompanharam.
24 E eis que houve uma grande tempestade no mar, de modo que a barca estava sendo coberta pelas ondas. Jesus, porém, dormia.
25 Os discípulos aproximaram-se e o acordaram, dizendo: 'Senhor, salva-nos, pois estamos perecendo!'
26 Jesus respondeu: 'Por que tendes tanto medo, homens fracos na fé?' Então, levantando-se, ameaçou os ventos e o mar, e fez-se uma grande calmaria.
27 Os homens ficaram admirados e diziam: 'Quem é este homem, que até os ventos e o mar lhe obedecem?'
Palavra da Salvação.


Fonte: Youtube RS21
Reflexão - Padre João Luís Fávero - Campinas (SP)

“Tenho sempre vosso amor ante meus olhos”
Mt 8, 23-27

A cena da tempestade acalmada retrata a vida do discípulo com as dificuldades e os desafios que a opção por Jesus comporta. Engana-se quem imagina poder seguir Jesus tranquilamente, sem correr o risco de enfrentar perseguições e contrariedades.

Nestas horas, é preciso saber que ele está presente, sempre pronto a impedir que seus discípulos venham a fracassar.

Uma leitura simbólica do texto bíblico permite-nos tirar uma lição: entrar na barca com Jesus, corresponde a "embarcar" na vida dele.

A barca simboliza a Igreja, comunidade dos que aderiram a Jesus, dispostos a partilhar sua missão e seu destino. A tempestade aponta para as crises a que a comunidade é submetida, ao longo de sua caminhada, de forma a provar a autenticidade da fé dos discípulos.

O grito desesperado dos discípulos assemelha-se à súplica constante da comunidade, carente de proteção: "Senhor, tem piedade de nós!" A bonança do mar aponta para a paz que só ele pode dar à Igreja. Uma paz, porém, não isenta de provações, pois, seguir Jesus é escolher um caminho arriscado e trabalhoso.

Sem uma fé sólida, o discípulo não tem como perseverar no seguimento do Jesus. Só na fé encontrará força para continuar.

Rezemos: Senhor, dá-me uma fé firme, que não deixe temer as provações. Quero colocar a minha mão em Tuas mãos, que acalmam e sustentam.

Deus abençoe você e sua família.


Reflexão - Frei Rinaldo Stecanella, osm
Bom dia. Deus abençoe seu novo dia. Que seja uma terça-feira feliz e abençoada. Que tudo concorra para o seu bem e para o sucesso de uma nova jornada. Viva a vida com intensidade! Ela é preciosa! Quero aproveitar e agradecer todas as manifestações de carinho e afeto que recebi por ocasião do meu aniversário no dia de ontem! Foram centenas, milhares de mensagens. Obrigado mesmo! Obrigado por me deixar entrar na sua vida. Você fez e faz a diferença! Deus o abençoe muito! Obrigado e gratidão por tudo.
Viva sempre feliz e de bem com a vida!

O amor é paciente, o amor é bondoso. Não inveja, não se vangloria, não se orgulha. Não maltrata, não procura seus interesses, não se ira facilmente, não guarda rancor. O amor não se alegra com a injustiça, mas se alegra com a verdade. Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
1 Coríntios 13:4-7

Com carinho e bençãos
Frei Rinaldo, osm
SS. PROCESSO E MARTINIANO, MÁRTIRES ROMANOS
ORAÇÃO

São Pedro, o Príncipe dos Apóstolos, aguardava seu martírio na masmorra da prisão dos Mamertinos, quando, guiados pela divina misericórdia, chegaram a ele dois soldados romanos, cujos nomes se tornaram inseparáveis ​​dos seus na igreja. memória. Um foi chamado Processus, o outro Martinianus. Eles ficaram impressionados com a dignidade do homem idoso, confiados por algumas horas à sua ala, que não veria a luz do dia novamente até ser levado à execução.

São Pedro falou-lhes da vida eterna, e do Filho de Deus que tanto amava os homens como para dar a última gota de seu sangue para seu resgate. Processus e Martinianus receberam com corações dóceis esta instrução inesperada; eles aceitaram com fé simples, e ansiavam pela graça da regeneração.

Mas a água estava escassa na masmorra, e São Pedro foi forçado a fazer uso do poder de comando da natureza, concedido por Nosso Senhor aos Apóstolos quando os enviou ao mundo. Bastou uma palavra do velho apóstolo, uma fonte surgiu do chão e os dois soldados foram batizados na água milagrosa.

A piedade cristã ainda venera essa fonte, apesar do ceticismo moderno. Processus e Martinianus logo pagaram com sua vida pela honra que lhes foi conferida de serem assim iniciados na Fé Cristã pelo Príncipe dos Apóstolos, e eles estão contados entre os Mártires de Deus.  Na era da paz, uma basílica foi erguida sobre seu túmulo.

O Papa São Gregório Magno pronunciou ali, no solene aniversário de seu combate, sua 32ª homilia sobre o Evangelho. O grande Pontífice ali presta testemunho dos milagres operados naquele lugar sagrado e do poder que esses dois santos têm de proteger seus devotos clientes. Mais tarde, o Papa São Pascoal I enriqueceu a Basílica de São Pedro com seus corpos. Eles agora ocupam o lugar de honra no braço esquerdo da cruz latina formado pelo imenso edifício, e dão seu nome a todo o lado do transepto, onde o Primeiro Concílio do Vaticano realizou suas sessões imortais. Era apropriado que esta assembléia augusta continuasse seus trabalhos sob o patrocínio desses dois valentes guerreiros, que não eram apenas guardas de São Pedro, mas sua conquista nos dias de sua gloriosa confissão.

Não nos esqueçamos destes ilustres protetores da Santa Igreja. A Festa da Visitação, de instituição mais recente, não diminuiu a deles; embora sua glória esteja agora, por assim dizer, perdida na de Nossa Senhora, seu poder pode, mas ter ganhado força, por esta aproximação à gentil Rainha do Céu e da Terra.








Oração
Cura-me, Senhor Jesus!

“Jesus, coloca Tuas Mãos benditas, ensanguentadas, chagadas e abertas sobre mim, neste momento. Sinto-me completamente sem forças para prosseguir carregando as minhas cruzes. Preciso que a força e o poder de Tuas Mãos, que suportaram a mais profunda dor ao serem pregadas na Cruz, reergam-me e curem-me agora. Jesus, não peço somente por mim, mas também por todos aqueles que mais amo. Eu preciso desesperadamente de cura física e espiritual, através do toque consolador de Tuas Mãos ensanguentadas e infinitamente poderosas.Eu reconheço, apesar de toda a minha limitação e da infinidade dos meus pecados, que és Deus, Onipotente e Misericordioso, para agir e realizar o impossível. Com fé e total confiança, posso dizer: ‘Mãos ensanguentadas de Jesus, Mãos feridas lá na Cruz!Vêm tocar em mim. Vem, Senhor Jesus!’”





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- DEDICADO À VIRGEM MARIA -
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