11 DE AGOSTO - DOMINGO - Liturgia Diária da Igreja Católica Apostólica Romana

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Liturgia Diária

19º DOMINGO - TEMPO COMUM
COR LITÚRGICA: VERDE

1a Leitura - Sb 18,6-9

Aquilo com que puniste nossos adversários, serviu também para glorificar-nos.
 
Leitura do Livro da Sabedoria 18, 6-9  
6 A noite da libertação fora predita a nossos pais, para que, sabendo a que juramento tinham dado crédito, se conservassem intrépidos.
7 Ela foi esperada por teu povo, como salvação para os justos e como perdição para os inimigos.
8 Com efeito, aquilo com que puniste nossos adversários, serviu também para glorificar-nos, chamando-nos a ti.
9 Os piedosos filhos dos bons ofereceram sacrifícios secretamente e, de comum acordo, fizeram este pacto divino: que os santos participariam solidariamente dos mesmos bens e dos mesmos perigos. Isto, enquanto entoavam antecipadamente os cânticos de seus pais.
Palavra do Senhor.

Salmo - Sl 32,1.12.18-19.20.22 (R.12b)

R. Feliz o povo que o Senhor escolheu por sua herança!

1 Ó justos, alegrai-vos no Senhor! /
aos retos fica bem glorificá-lo.
12 Feliz o povo cujo Deus é o Senhor /
e a nação que escolheu por sua herança!
R.


18 Mas o Senhor pousa o olhar sobre os que o temem, /
e que confiam esperando em seu amor,
19 para da morte libertar as suas vidas /
e alimentá-los quando é tempo de penúria.
R.


20 No Senhor nós esperamos confiantes, /
porque ele é nosso auxílio e proteção!
22 Sobre nós venha, Senhor, a vossa graça, /
da mesma forma que em vós nós esperamos!
R.

2a Leitura - Hb 11,1-2.8-19

Esperava a cidade que tem Deus
mesmo por arquiteto e construtor.


Leitura da Carta aos Hebreus 11, 1-2. 8-19
Irmãos:
1 A fé é um modo de já possuir o que ainda se espera, a convicção acerca de realidades que não se vêem.
2 Foi a fé que valeu aos antepassados um bom testemunho.
8 Foi pela fé que Abraão obedeceu à ordem de partir para uma terra que devia receber como herança, e partiu, sem saber para onde ia.
9 Foi pela fé que ele residiu como estrangeiro na terra prometida, morando em tendas com Isaac e Jacó, os co-herdeiros da mesma promessa.
10 Pois esperava a cidade alicerçada que tem Deus mesmo por arquiteto e construtor.
11 Foi pela fé também que Sara, embora estéril e já de idade avançada, se tornou capaz de ter filhos, porque considerou fidedigno o autor da promessa.
12 É por isso também que de um só homem, já marcado pela morte, nasceu a multidão'comparável às estrelas do céu e inumerável como a areia das praias do mar'.
13 Todos estes morreram na fé. Não receberam a realização da promessa, mas a puderam ver e saudar de longe e se declararam estrangeiros e migrantes nesta terra.
14 Os que falam assim demonstram que estão buscando uma pátria,
15 e se se lembrassem daquela que deixaram, até teriam tempo de voltar para lá.
16 Mas agora, eles desejam uma pátria melhor, isto é, a pátria celeste. Por isto, Deus não se envergonha deles, ao ser chamado o seu Deus. Pois preparou mesmo uma cidade para eles.
17 Foi pela fé que Abraão, posto à prova, ofereceu Isaac; ele, o depositário da promessa, sacrificava o seu filho único,
18 do qual havia sido dito: 'É em Isaac que uma descendência levará o teu nome'.
19 Ele estava convencido de que Deus tem poder até de ressuscitar os mortos, e assim recuperou o filho - o que é também um símbolo.
Palavra do Senhor.

Evangelho - Lc 12,32-48

Vós também ficai preparados!

+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas 12, 32-48
Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos:
32 'Não tenhais medo, pequenino rebanho, pois foi do agrado do Pai dar a vós o Reino.
33 Vendei vossos bens e dai esmola. Fazei bolsas que não se estraguem, um tesouro no céu que não se acabe; ali o ladrão não chega nem a traça corrói.
34 Porque onde está o vosso tesouro, aí estará também o vosso coração.
35 Que vossos rins estejam cingidos e as lâmpadas acesas.
36 Sede como homens que estão esperando seu senhor voltar de uma festa de casamento, para lhe abrirem, imediatamente, a porta, logo que ele chegar e bater.
37 Felizes os empregados que o senhor encontrar acordados quando chegar. Em verdade eu vos digo: Ele mesmo vai cingir-se, fazê-los sentar-se à mesa e, passando, os servirá.
38 E caso ele chegue à meia-noite ou às três da madrugada, felizes serão, se assim os encontrar!
39 Mas ficai certos: se o dono da casa soubesse a hora em que o ladrão iria chegar, não deixaria que arrombasse a sua casa.
40 Vós também ficai preparados! Porque o Filho do Homem vai chegar na hora em que menos o esperardes'.
41 Então Pedro disse: 'Senhor, tu contas esta parábola para nós ou para todos?'
42 E o Senhor respondeu: 'Quem é o administrador fiel e prudente que o senhor vai colocar à frente do pessoal de sua casa para dar comida a todos na hora certa?
43 Feliz o empregado que o patrão, ao chegar, encontrar agindo assim!
44 Em verdade eu vos digo: o senhor lhe confiará a administração de todos os seus bens.
45 Porém, se aquele empregado pensar: 'Meu patrão está demorando', e começar a espancar os criados e as criadas, e a comer, a beber e a embriagar-se,
46 o senhor daquele empregado chegará num dia inesperado e numa hora imprevista, ele o partirá ao meio e o fará participar do destino dos infiéis.
47 Aquele empregado que, conhecendo a vontade do senhor, nada preparou, nem agiu conforme a sua vontade, será chicoteado muitas vezes.
48 Porém, o empregado que não conhecia essa vontade e fez coisas que merecem castigo, será chicoteado poucas vezes. A quem muito foi dado, muito será pedido; a quem muito foi confiado, muito mais será exigido!
Palavra da Salvação.






SANTA CLARA, VIRGEM - SANTORAL
 
1a Leitura - Fl 3,8-14

Eu perdi tudo, para ganhar Cristo.

Leitura da Carta de São Paulo aos Filipenses 3, 8-14
Irmãos:
8 Considero tudo como perda diante da vantagem suprema que consiste em conhecer a Cristo Jesus, meu Senhor. Por causa dele eu perdi tudo. Considero tudo como lixo, para ganhar Cristo e ser encontrado unido a ele,
9 não com minha justiça provindo da Lei, mas com a justiça por meio da fé em Cristo, a justiça que vem de Deus, na base da fé.
10 Esta consiste em conhecer a Cristo, experimentar a força da sua ressurreição, ficar em comunhão com os seus sofrimentos, tornando-me semelhante a ele na sua morte,
11 para ver se alcanço a ressurreição dentre os mortos.
12 Não que já tenha recebido tudo isso, ou que já seja perfeito. Mas corro para alcançá-lo, visto que já fui alcançado por Cristo Jesus.
13 Irmãos, eu não julgo já tê-lo alcançado. Uma coisa, porém, eu faço: esquecendo o que fica para trás, eu me lanço para o que está na frente.
14 Corro direto para a meta, rumo ao prêmio, que, do alto, Deus me chama a receber em Cristo Jesus.
Palavra do Senhor.

Salmo - Sl 15(16),1-2a e 5.7-8.11 (R. cf. 5a)

R. Senhor, sois a porção da minha herança e do meu cálice.

1 Guardai-me, ó Deus, porque em vós me refugio!
2a Digo ao Senhor: 'Somente vós sois meu Senhor';
5 Ó Senhor, sois minha herança e minha taça, /
meu destino está seguro em vossas mãos!
R.


7 Eu bendigo o Senhor, que me aconselha, /
e até de noite me adverte o coração.
8 Tenho sempre o Senhor ante meus olhos, /
pois se o tenho a meu lado não vacilo.
R.


11 Vós me ensinais vosso caminho para a vida; /
junto a vós, felicidade sem limites, /
delícia eterna e alegria ao vosso lado!
R.

Evangelho - Mt 19,27-29

Vós, que me seguistes, recebereis cem vezes mais.
 
+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus 19, 27-29
Naquele tempo:
27 Pedro tomou a palavra e disse a Jesus: 'Vê! Nós deixamos tudo e te seguimos. O que haveremos de receber?'
28 Jesus respondeu: 'Em verdade vos digo, quando o mundo for renovado e o Filho do Homem se sentar no trono de sua glória, também vós, que me seguistes, havereis de sentar-vos em doze tronos, para julgar as doze tribos de Israel.
29 E todo aquele que tiver deixado casas, irmãos, irmós, pai, mãe, filhos, campos, por causa do meu nome, receberá cem vezes mais e terá como herança a vida eterna.
Palavra do Senhor.



Fonte: Youtube RS21


“Esperas Construtivas”
A condição humana pode ser definida em termos de “espera radical”



Pe. Adroaldo Palaoro, sj
Diretor do Centro de Espiritualidade Inaciana – CEI
Fonte: Rede Século 21 / Internet


“Sede como homens que estão esperando seu senhor voltar de uma festa de casamento…” (Lc 12,36)

O texto do evangelho deste domingo faz parte de um amplo contexto, que começou no domingo passado com a petição de alguém a Jesus: “Mestre, dize ao meu irmão que reparta a herança comigo”. A partir daí, Lucas revela uma longa conversação de Jesus com os discípulos e toca diversos temas de difícil harmonização. Naturalmente se trata de pensamentos dispersos que o evangelista organiza à sua maneira para ir aclarando as exigências de Jesus, na formação do seu discipulado.

No domingo passado, Jesus nos pedia para não colocar nossa confiança nas riquezas; hoje, Ele nos diz em quem devemos confiar para que nossa vida seja autêntica. Confiadamente, é preciso ativar todos os recursos de nosso ser, conscientes que Deus atua em nosso interior, e que só através da sintonia com essa presença interna nossa vida avança, amadurece e se plenifica. Nosso Deus não é o “Deus todo-poderoso” distante, mas o fundamento de nossa vida: afinal, somos morada do Deus sempre surpreendente.

A condição humana pode ser definida em termos de “espera radical”.

O nosso coração está habitado por “esperas” de todo gênero. São tantas as esperas na vida humana!

Está todo mundo esperando. É através das esperas que nos fazemos humanos.

Somos feitos disso: desejo, súplica, anseio, abertura, busca, esperança…

A espera está ligada ao verbo “esperançar”: espera ativa, aberta ao futuro imprevisível, ao novo plenificante…; ela cria o espaço vital que permite a realização do possível.

Quem espera faz-se disponível, acolhedor, abre espaço para o mistério do outro que lhe vem ao encontro; quem espera, acolhe o diferente. Os intolerantes e preconceituosos não esperam nada: amargam a vida no fechamento, no dogmatismo e no moralismo.

Esperar é passar do “tempo fechado” ao “tempo aberto”, da fugacidade do “ter” à plenitude do “ser”, do “lugar estreito” ao “lugar amplo”, do “medo paralisante” à “coragem criativa”…

Durante a espera, a imaginação trabalha e cria mil momentos insuperavelmente felizes.

E quando acontece o encontro entre o desejo e a realização, entre a espera e o esperado, entre o vazio e aquilo que plenifica, explode uma alegria incontida. Uma mistura de festa com ternura e boas emoções solidificam esta certeza: valeu a pena esperar!

A vida que é feita de tantas esperas, também é “esperada”. Somos continuamente tentados a pensar que somente nós esperamos e esquecer que também Deus nos espera. A espera divina é paciente, compreensiva e compassiva.

Em nossas esperas, somos ansiosos e impacientes; fazemos da espera um tempo “em branco”, vivendo como se nada estivesse para acontecer, mergulhados no tempo rotineiro, sem abertura à surpresa.

Não sabemos esperar: basta ir às salas de esperas dos hospitais e consultórios para comprovar como as pessoas se desesperam porque não lhe atendem à hora marcada. Perdemos a paciência porque pretendemos que tudo seja imediato e a nosso gosto. Não suportamos uma contradição.

O evangelho deste domingo pode ser uma boa oportunidade para recordar isto. Exercitar-se na arte de esperar com paciência. Desejar, dar asas à imaginação sobre aquele que vai chegar, sem que esteja em nossa mão adiantar ou controlar sua chegada.

Deus, pelo contrário, nos espera incansavelmente. Por isso se “humanizou”. Não nos esperou com prepotência, tampouco com soberba. Esperou na humildade, no húmus da vida, afundando os pés na nossa existência.

Mas Deus não precisa vir de nenhuma parte. Ele está chamando sempre, mas a partir de dentro de cada um de nós; é a partir de dentro que Ele se faz visível em nossas relações com os outros.

Somos nós que projetamos Deus fora e distante de nós, que nos ameaça com prêmios e castigos, que aparece de surpresa para nos pegar em flagra. O medo de Deus brota quando o imaginamos fora de nós. “Deus de fora” é o Deus idealizado, que alimenta medo, ameaça com inferno, que castiga.

No evangelho deste domingo, Jesus revela “Deus em saída” até o ser humano e desvela o ser humano em saída até Deus. E o encontro entre ambos é o que o Evangelho propõe. O encontro de pessoas que se esperavam: como nos aeroportos-rodoviárias, desejando a chegada do(a) amigo(a); ou nas salas de urgências dos hospitais desejando saber a situação do enfermo familiar.

Essas são esperas autênticas: desejantes, emocionantes, inocentes… porque esperam uma pessoa.

Essa deve ser a disposição de uma “Igreja em saída” e que não aguarda em uma sala de espera.

O decisivo é entrar em sintonia com o Deus presente em nós; “esperar” significa estar desperto para conectar-nos com essa presença, sempre nova e sempre cheia de surpresa. Deus, ao mesmo tempo, está sempre presente e sempre chegando de maneira surpreendente. Ele é dom e pura gratuidade. Aqui não há mais lugar para o medo, a culpa, a angústia. Quem entra em sintonia com Ele e se deixa conduzir por Ele não atua por mérito, mas por pura gratuidade.

O evangelho de hoje, através de parábolas, nos apresenta alguém que não vive a relação com Deus internamente. O que acontece com ele? As consequências são funestas, provocadas não por Deus, mas pela pessoa mesma: irresponsabilidade no serviço, violência com os outros, auto-agressão, partindo-se ao meio… Uma experiência infernal.


Um cristão é uma pessoa que vive em “estado de espera”.

O importante é isto, o “estado”, o processo, a continuidade, o estar sempre a tempo, sempre alerta, sempre preparado. A vida inteira se converte numa contínua espera: o equilíbrio, o contato, a liberdade, a generosidade, cada nervo sintonizado, cada músculo em forma. E assim entramos na vida e enfrentamos mil situações.

Cada pequeno encontro é uma satisfação em si mesma e uma preparação para a seguinte. Sempre avante. Avanço que pode ser mudado de direção a cada instante.

“Não morras na sala de espera” (Hervey Cox). As “salas de espera do espírito” estão cheias de pessoas que simplesmente estão ali, ali moram e permanecem, ali vivem e morrem. O fato de já estar na “sala de espera” lhes dá a impressão de que já fizeram alguma coisa, já começaram a viagem.

As esperas têm rosto de criatividade, de itinerância, de abertura ao diferente. Elas põem em ação nossos melhores recursos internos; elas alimentam uma contínua atitude de busca.

Só assim o coração estará mais preparado para a chegada do Momento cume, quando deixaremos “Deus ser Deus” na nossa morada interior.


Texto bíblico: Lc 12,32-48


Na oração: Você é um impaciente? Não suporta esperar a fila no cinema? Fica nervoso quando o ônibus atrasa mais de cinco minutos? Espera que lhe respondam as mensagens de Whatsapp em questão de segundos? Ou quando alguém chega um pouco atrasado no encontro marcado?…

E, no entanto, você sabe que o importante requer seu tempo, que os bons pratos são cozidos a fogo lento.

A paciência não é uma palavra da moda hoje em dia. E talvez por isso é das mais necessárias. A paciência supõe esperar e respeitar os tempos. Supõe desejar a chegada do outro e não ter mais que fazer a não ser esperar. Desejar e esperar.

- Como você vive suas “esperas cotidianas?”


Reflexão - Padre João Luís Fávero - Campinas (SP)
“Feliz o povo que o Senhor escolheu por sua herança! ”
Lc 12, 37-48

Jesus está preparando os discípulos para a missão. Chama a atenção deles quanto à necessidade de estarem sempre atentos e não se deixarem levar pelas solicitações do projeto do mundo.

Os apelos do mundo e as dificuldades podem ser fortes a ponto de fazer com que os discípulos renunciem o compromisso com o Reino.

A pequena quantidade de membros da comunidade pode sentir-se ameaçada pela grandiosidade da missão. Daí a necessidade de ficarem atentos.

A comunidade cristã, o pequeno rebanho, é incentivada a manter a fé e a prontidão, em meio a tantas adversidades e consciente de estar no caminho com o Senhor.

Jesus oferece o Reino, que é construído pelos pequenos gestos de fidelidade ao ensinamento apresentado por Ele, o tesouro que toma conta de nosso coração. E a partir da vivência desse compromisso surge uma nova sociedade, fundamentada na partilha. Para Lucas, dar esmola é partilhar o que temos e somos.

Somos convidados a vigilância ativa na espera do Senhor, pois este pode chegar a qualquer momento. Isso não é uma ameaça, pois o Senhor não quer punir, mas manter a comunidade alerta e não sonolenta e acomodada diante da urgência da missão.

Ter os “rins cingidos e as lâmpadas acesas” é estar preparado para as surpresas da vida, sair de si e saber caminhar na direção do outro. Sempre prontos para amar e servir.  Ser uma Igreja atenta, em saída, e ter as portas abertas para acolher e manifestar a misericórdia, ajudando a construir novas relações.

Vigilância é serviço. No Evangelho do hoje encontramos quatro verbos importantes que nós como cristãos vamos aprendendo a conjugar: partilhar, caminhar, vigiar e servir.

Rezemos: Senhor, quero viver a alegria do encontro no amor e no serviço, assumindo a Missão que nos foi confiada.  

Quero aproveitar a oportunidade e desejar a todos que exercem a tarefa da paternidade,  um feliz e abençoado Dia dos Pais.

Sejam sinais do amor de Deus, eduquem seus filhos no amor, na justiça e na partilha, para que o mundo seja justo e fraterno.

Que Deus encha a vida de vocês de alegria. Saúde, paz hoje é sempre...

Deus abençoe você e sua família.
Reflexão - Frei Rinaldo Stecanella, osm
Bom dia. Deus abençoe sua jornada de domingo, dia do Senhor por excelência. Que este dia seja marcado de muitas homenagens, principalmente para os queridos pais. Parabéns pela vocação e missão! Que a força do PAI MAIOR possa iluminar e conduzir os passos de todos os pais na difícil e prazeirosa missão de cuidar, zelar, sustentar e proteger suas famílias. Que todos os pais sintam-se abençoados nesse dia. Feliz domingo a todos.


Quando um homem segue a Deus, Deus protege sua família.

"Honra teu pai e tua mãe, a fim de que tenhas vida longa na terra que o Senhor, o teu Deus, te dá.
Êxodo 20,12

Com carinho e bençãos
Frei Rinaldo, osm
SANTO DO DIA







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- DEDICADO À VIRGEM MARIA -
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