CAPÍTULO II - BÊNÇÃO DOS ENFERMOS - Liturgia Católica Apostólica Romana

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CAPÍTULO II - BÊNÇÃO DOS ENFERMOS

RITUAIS > Bênçãos > PRIMEIRA PARTE

CAPÍTULO II

PRELIMINARES

290. Segundo um costume antiquíssimo, que tem a sua origem no modo de proceder de Cristo e dos Apóstolos, os enfermos são abençoados pelos ministros da Igreja. Estes, quando visitam os enfermos, devem observar diligentemente o que se diz no Ritual da Unção e Pastoral dos Doentes, nos nn. 42-45; mas sobretudo devem manifestar-lhes a solicitude e caridade de Cristo e da Igreja.

291. No Ritual da Unção e Pastoral dos Doentes estão previstas diversas ocasiões em que se abençoam os enfermos e apresentam-se as fórmulas de bênção13.

292. Este rito de bênção pode ser utilizado por um sacerdote ou um diácono, ou também por um leigo que seguirá os textos e ritos para ele previstos; todos eles, respeitando a estrutura e os elementos principais da celebração, adaptá-la-ão às circunstâncias dos enfermos e do lugar.

293. Se se abençoa um só enfermo noutra celebração de bênção, o sacerdote ou diácono pode utilizar a fórmula breve apresentada no n. 320 (pag. 118).




I. CELEBRAÇÃO DA BÊNÇÃO


A. PARA OS ADULTOS

RITOS INICIAIS

294. Reunida a comunidade, o ministro diz:
Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
Todos se benzem e respondem:
Amen.

295. Em seguida o ministro, se é sacerdote ou diácono, saúda os enfermos e todos os presentes, dizendo:
Paz a esta casa e a todos os que nela habitam.
ou
A paz do Senhor esteja sempre convosco.
ou outras palavras apropriadas, de preferência tomadas da Sagrada Escritura. Todos respondem:
Bendito seja Deus, que nos reuniu no amor de Cristo.
ou de outro modo apropriado.

296. Se o ministro é leigo, saúda os enfermos e todos os presentes, dizendo:
Irmãos, bendigamos ao Senhor,
que passou fazendo o bem e curando todos os enfermos.
Todos respondem:
Bendito seja Deus para sempre.
ou
Amen.

297. Então o ministro prepara os enfermos e todos os presentes para receberem a bênção, dizendo estas palavras ou outras semelhantes:

Nosso Senhor Jesus Cristo, que passou fazendo o bem e curando todos os sofrimentos e enfermidades, recomendou aos seus discípulos que tivessem cuidado dos enfermos, impusessem as mãos sobre eles e os abençoassem em seu nome. Nesta celebração encomendaremos a Deus os nossos irmãos doentes, para que possam suportar com paciência os sofrimentos do corpo e do espírito, sabendo que, assim como tomam parte nos sofrimentos de Cristo, também tomarão parte na sua consolação.

LEITURA DA PALAVRA DE DEUS

298. O leitor ou um dos presentes ou o próprio ministro lê um texto da Sagrada Escritura, escolhido de preferência entre os que estão indicados no Ritual da Unção e Pastoral dos Doentes ou no Leccionário das Missas pelos enfermos
14. Escolham-se os textos que pareçam relacionar-se mais directamente com as circunstâncias dos enfermos.

2 Cor 1, 3-7: «Deus de toda a consolação»

Escutai, irmãos, as palavras do apóstolo São Paulo aos Coríntios

Bendito seja Deus, Pai de Nosso Senhor Jesus Cristo, Pai de misericórdia e Deus de toda a consolação, que nos conforta em todas as nossas tribulações, para podermos também consolar aqueles que estão atribulados, por meio do conforto que nós mesmos recebemos de Deus. Porque assim como abundam em nós os sofrimentos de Cristo, também por Cristo abunda a nossa consolação.
Se somos atribulados, é para vossa consolação e salvação; se somos consolados, é para vossa consolação, a fim de suportardes com fortaleza os mesmos sofrimentos que nós suportamos. A nossa esperança a vosso respeito é firme, porque sabemos que, participando nos sofrimentos, também participareis na consolação.

299. Ou
Mt 11, 28-30: «Vinde a Mim e Eu vos aliviarei»
Escutai, irmãos, as palavras do santo Evangelho segundo São Mateus Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: «Vinde a Mim, todos os
que andais cansados e oprimidos e Eu vos aliviarei. Tomai o meu jugo sobre vós e aprendei de Mim, que sou manso e humilde de coração, e encontrareis descanso para as vossas almas; porque o meu jugo é suave e a minha carga é leve».

300. Ou
Mc 6, 53-56: «Colocavam os doentes nas praças públicas»
Escutai, irmãos, as palavras do santo Evangelho segundo São Marcos Naquele tempo, Jesus e os discípulos fizeram a travessia do lago e vieram
para terra em Genezaré, onde aportaram. Quando saíram do barco, as pessoas reconheceram logo Jesus; percorreram toda aquela região e começaram a trazer os doentes nos catres, para onde ouviam dizer que Ele estava. Nas aldeias, cidades ou casais onde Jesus entrasse, colocavam os enfermos nas praças públicas e pediam que os deixasse tocar-Lhe ao menos na orla da capa. E quantos Lhe tocavam ficavam curados.

301. Conforme as circunstâncias, pode dizer-se ou cantar-se um salmo re- sponsorial ou outro cântico apropriado.
Salmo 101(102), 2-3. 16-18. 24-25.29 (R. 2)

R. Ouvi, Senhor, a minha oração, chegue até Vós o meu clamor.

Ouvi, Senhor, a minha oração, chegue até Vós o meu clamor.
Não escondais o vosso rosto no dia da minha aflição. Inclinai para mim o vosso ouvido;
no dia em que chamar por Vós, respondei-me sem demora. R.

Os povos temerão, Senhor, o vosso nome, todos os reis da terra a vossa glória.
Quando o Senhor reconstruir Sião e manifestar a sua glória, atenderá a súplica do infeliz
e não desprezará a sua oração. R.

Ele deixou-me sem forças pelo caminho e encurtou os meus dias.
Meu Deus, eu Vos peço,
não me leveis a meio da vida.
Os filhos dos vossos servos hão-de permanecer
e a sua descendência se perpetuará para sempre. R. ou Is 38, 10-12d.16-17a (R. cf. 17b)

R. Livrastes da morte a minha alma, Senhor.

302. O ministro, conforme as circunstâncias, faz uma breve alocução aos presentes, explicando a leitura bíblica, para que compreendam à luz da fé o significado da celebração.

PRECES

303. Segue-se a oração comum. Das intercessões que aqui se propõem, o ministro pode escolher as que parecerem mais apropriadas ou acrescentar outras mais directamente relacionadas com as circunstâncias especiais dos enfermos ou do momento.

Invoquemos o Senhor Jesus Cristo, nosso Salvador, para que conforte com a sua graça os nossos irmãos doentes, e supliquemos com toda a confiança:

R. Confortai, Senhor, estes doentes.

Vós que viestes ao mundo como médico dos corpos e das almas, para curar as nossas enfermidades: R.

Vós que Vos apresentastes ao mundo como homem de dores, suportastes os nossos sofrimentos
e tomastes sobre Vós as nossas tribulações: R.

Vós que quisestes tornar-Vos semelhante em tudo aos vossos irmãos, para Vos compadecerdes deles: R.

Vós que quisestes experimentar as fraquezas da natureza humana, para nos libertardes de todo o mal: R.
Vós que tivestes vossa Mãe junto à cruz, associada aos vossos sofrimentos,
e no-la destes como nossa Mãe: R.

Vós que quisestes associar-nos à vossa paixão,
para completarmos na nossa carne os vossos sofrimentos, em benefício do vosso Corpo, a santa Igreja: R.

304. Em vez desta oração de súplica, ou acrescentando-as a esta oração, podem dizer-se as ladainhas que se encontram no Ritual da Unção e Pastoral dos Doentes, nos nn. 240 e 241:

Senhor, que tomastes sobre Vós as nossas enfermidades e suportastes as nossas dores, tende piedade de nós:
R. Senhor, tende piedade de nós.

Cristo, que, compadecido da multidão, passastes fazendo o bem e curando os doentes, tende piedade de nós:
R. Cristo, tende piedade de nós.

Senhor, que mandastes aos vossos Apóstolos impôr as mãos sobre os doentes, tende piedade de nós:
R. Senhor, tende piedade de nós.

305. Ou

Oremos ao Senhor pelo nosso irmão doente e por todos os que tratam dele:
R. Nós Vos rogamos: ouvi-nos, Senhor.

Olhai com bondade para este nosso doente: R. Dai novo vigor aos seus membros: R.
Aliviai as suas dores: R.

Socorrei com a vossa graça todos os enfermos: R.

Ajudai com o vosso poder divino todos os que cuidam deles: R. Concedei a vida e a saúde a este doente, a quem impomos as mãos em vosso nome: R.

ORAÇÃO DE BÊNÇÃO

306. Então o ministro, se é sacerdote ou diácono, impondo as mãos, conforme as circunstâncias, sobre todos os enfermos ao mesmo tempo ou sobre cada um em particular, diz a oração de bênção:
Senhor nosso Deus, que enviastes ao mundo o vosso Filho, para tomar sobre Si os nossos sofrimentos e suportar as nossas dores,
nós Vos suplicamos pelos nossos irmãos doentes: fortalecei a sua paciência e reanimai a sua esperança,
para que possam, com a vossa bênção, superar a enfermidade
e alcançem, com a vossa ajuda, um completo restabelecimento. Por Nosso Senhor.
R. Amen.

307. Ou, sem a imposição das mãos:
Senhor, que passastes fazendo o bem e curando os doentes, dignai-Vos + abençoar estes vossos servos doentes.
Dai vigor ao seu corpo e fortaleza ao seu espírito, dai-lhes paciência nos sofrimentos
e fazei que recuperem a saúde,
de modo que, reintegrados na convivência dos irmãos, possam bendizer-Vos com renovada alegria.
Vós que sois Deus com o Pai na unidade do Espírito Santo.
R. Amen.

308. Se o ministro é leigo, traçando o sinal da cruz na fronte de cada um, diz a oração de bênção:
Pelo vosso amor infinito, salvai-nos, Senhor nosso Deus,
que sempre velais piedosamente pela obra das vossas mãos. Confortai com o vosso poder divino estes vossos servos doentes, curai as suas enfermidades
e fazei que alcancem felizmente a consolação que de Vós esperam. Por Nosso Senhor.
R. Amen.

309. Ou, por um só enfermo:

Senhor, Pai santo, Deus eterno e omnipotente, que animais e fortaleceis com a vossa bênção a nossa frágil condição humana,
olhai com bondade para este vosso servo doente N.,
de modo que, vencendo a enfermidade e recuperando a saúde, possa bendizer o vosso santo nome
com renovada alegria e gratidão. Por Nosso Senhor.
R. Amen.

310. Depois da oração de bênção, o ministro convida todos os presentes a invocar a protecção de Nossa Senhora, o que pode fazer-se cantando ou recitando uma antífona mariana, p.ex., Sub tuum praesidium (À vossa protecção nos acolhemos) ou Salve, regina (Salve, rainha).

CONCLUSÃO

311. Então o ministro, se é sacerdote ou diácono, voltando-se para os enfermos, conclui a celebração, dizendo:

Deus Pai vos (te) abençoe.
R. Amen.

O Filho de Deus vos (te) dê saúde.
R. Amen.

O Espírito Santo vos (te) ilumine.
R. Amen.

Por fim, abençoa todos os presentes, dizendo:
E a vós todos aqui presentes, abençoe-vos Deus todo-poderoso, Pai, Filho + e Espírito Santo.
R. Amen.

312. Se o ministro é leigo, implora a bênção do Senhor sobre os enfermos e todos os presentes, benzendo-se e dizendo:
Nosso Senhor Jesus Cristo,
que passou fazendo o bem e curando todos os doentes, nos guarde em boa saúde e nos dê a sua bênção.
R. Amen.


14 Cf. Ritual Romano, Unção e Pastoral dos Doentes, nn. 153-229; Missale Romanum, Ordo Lec- tionum Missae, nn. 790-800.933-937.


B. PARA AS CRIANÇAS

313. Para a bênção das crianças doentes, devem adaptar-se à sua idade e condição os textos acima indicados. Neste formulário propõem-se umas preces e uma oração de bênção especial para elas.

PRECES

314. Às intercessões aqui propostas o ministro pode acrescentar outras mais directamente relacionadas com as circunstâncias especiais dos enfermos e do momento.

AJesus Cristo Nosso Senhor, que ama e protege com especial predilecção as crianças, oremos dizendo:
R. Guardai-as, Senhor, em todos os seus caminhos.
ou Protegei-as, Senhor, todos os dias da sua vida.

Senhor Jesus Cristo,
que, chamando as crianças para junto de Vós, dissestes:
«Dos que são como elas é o reino dos Céus»,
escutai benignamente a nossa oração por estas crianças. R.
Vós que dissestes que os mistérios do reino são revelados , não aos sábios e inteligentes, mas aos pequeninos e humildes, manifestai a estas crianças os sinais do vosso amor. R.

Vós que recebestes com agrado o louvor das crianças, que nas vésperas da vossa paixão
Vos aclamavam com fervoroso Hossana, confortai estas crianças e os seus pais com a vossa divina consolação. R.

Vós que recomendastes aos discípulos a solicitude pelos enfermos, assisti com bondade aos que se dedicam generosamente
ao cuidado destas crianças. R.

ORAÇÃO DE BÊNÇÃO

315. O ministro, se é sacerdote ou diácono, impondo as mãos sobre todas as crianças enfermas ou sobre cada uma individualmente, conforme as circunstâncias, diz a oração de bênção:

Senhor nosso Deus, cujo Filho Jesus Cristo recebeu com agrado as crianças e as abençoou, estendei a vossa mão protectora
sobre estes vossos servos N. e N., enfermos em tenra idade,
para que, recuperando as forças,
se associem de novo em perfeita saúde à santa Igreja e a seus pais
e Vos sirvam alegremente com acção de graças. Por Nosso Senhor.
R. Amen.

316. Se o ministro é leigo, principalmente quando é o pai ou a mãe que abençoa o filho, traçando o sinal da cruz sobre a fronte de cada um, diz a oração de bênção:
Pai de misericórdia e Deus de toda a consolação,
que velais com benigna providência pelas vossas criaturas e sois a fonte da saúde corporal e espiritual dos fiéis, dignai-Vos libertar da enfermidade estas crianças N. e N. (esta criança N.)
(este filho que me destes),
para que, crescendo durante toda a sua vida
em sabedoria e graça diante de Vós e dos homens,
Vos sirva em santidade e justiça
e Vos dê graças pela vossa misericórdia. Por Nosso Senhor.
R. Amen.


B. PARA AS CRIANÇAS

313. Para a bênção das crianças doentes, devem adaptar-se à sua idade e condição os textos acima indicados. Neste formulário propõem-se umas preces e uma oração de bênção especial para elas.

PRECES

314. Às intercessões aqui propostas o ministro pode acrescentar outras mais directamente relacionadas com as circunstâncias especiais dos enfermos e do momento.

AJesus Cristo Nosso Senhor, que ama e protege com especial predilecção as crianças, oremos dizendo:
R. Guardai-as, Senhor, em todos os seus caminhos.
ou Protegei-as, Senhor, todos os dias da sua vida.

Senhor Jesus Cristo,
que, chamando as crianças para junto de Vós, dissestes:
«Dos que são como elas é o reino dos Céus»,
escutai benignamente a nossa oração por estas crianças. R.
Vós que dissestes que os mistérios do reino são revelados , não aos sábios e inteligentes, mas aos pequeninos e humildes, manifestai a estas crianças os sinais do vosso amor. R.

Vós que recebestes com agrado o louvor das crianças, que nas vésperas da vossa paixão
Vos aclamavam com fervoroso Hossana, confortai estas crianças e os seus pais com a vossa divina consolação. R.

Vós que recomendastes aos discípulos a solicitude pelos enfermos, assisti com bondade aos que se dedicam generosamente
ao cuidado destas crianças. R.

ORAÇÃO DE BÊNÇÃO

315. O ministro, se é sacerdote ou diácono, impondo as mãos sobre todas as crianças enfermas ou sobre cada uma individualmente, conforme as circunstâncias, diz a oração de bênção:

Senhor nosso Deus, cujo Filho Jesus Cristo recebeu com agrado as crianças e as abençoou, estendei a vossa mão protectora
sobre estes vossos servos N. e N., enfermos em tenra idade,
para que, recuperando as forças,
se associem de novo em perfeita saúde à santa Igreja e a seus pais
e Vos sirvam alegremente com acção de graças. Por Nosso Senhor.
R. Amen.

316. Se o ministro é leigo, principalmente quando é o pai ou a mãe que abençoa o filho, traçando o sinal da cruz sobre a fronte de cada um, diz a oração de bênção:
Pai de misericórdia e Deus de toda a consolação,
que velais com benigna providência pelas vossas criaturas e sois a fonte da saúde corporal e espiritual dos fiéis, dignai-Vos libertar da enfermidade estas crianças N. e N. (esta criança N.)
(este filho que me destes),
para que, crescendo durante toda a sua vida
em sabedoria e graça diante de Vós e dos homens,
Vos sirva em santidade e justiça
e Vos dê graças pela vossa misericórdia. Por Nosso Senhor.
R. Amen.




II. FORMA BREVE

317. O ministro diz:
V. O nosso auxílio vem do Senhor.
Todos respondem:
R. Que fez o céu e a terra.

318. Um dos presentes ou o próprio ministro lê um texto da Sagrada Escritura, p.ex.:

2 Cor 1, 3-4

Bendito seja Deus, Pai de Nosso Senhor Jesus Cristo, Pai de misericórdia e Deus de toda a consolação, que nos conforta em todas as nossas tribulações, para podermos também consolar aqueles que estão atribulados, por meio do conforto que nós próprios recebemos de Deus.

Mt 11, 28-29

Vinde a Mim, todos os que andais cansados e oprimidos, e Eu Vos aliviarei. Tomai o meu jugo sobre vós e aprendei de Mim, que sou manso e humilde de coração, e encontrareis descanso para as vossas almas.

319. Em seguida o ministro se é sacerdote ou diácono, impondo as mãos
sobre os enfermos, conforme as circunstâncias; se é leigo, traçando o sinal da cruz sobre a fronte do enfermo diz a oração de bênção:

Senhor, Pai santo, Deus eterno e omnipotente, que animais e fortaleceis com a vossa bênção a nossa frágil condição humana,
olhai com bondade para este vosso servo doente N.,
de modo que, vencendo a enfermidade e recuperando a saúde, possa bendizer o vosso santo nome
com renovada alegria e gratidão. Por Nosso Senhor.

R. Amen.

FÓRMULA BREVE

320. Conforme as circunstâncias, o sacerdote ou o diácono pode utilizar a seguinte fórmula breve de bênção:

Jesus Cristo, nosso único Senhor e Redentor, te abençoe + N.,
proteja o teu corpo, salve a tua alma
e te conduza à vida eterna.

R. Amen.




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