ENFERMOS - RITUAL ROMANO - CAPÍTULO VII - Liturgia Católica Apostólica Romana

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ENFERMOS - RITUAL ROMANO - CAPÍTULO VII

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CAPÍTULO VII

 

TEXTOS DIVERSOS

 

I. LEITURAS BÍBLICAS

 

152As leituras seguintes utilizam-se, quer na Missa pelos enfermos, quer na visita ou na celebração da Unção dos Doentes, para um ou para vários simultaneamente, quer ainda na oração comunitária pelos enfermos, presentes ou ausentes. A escolha deve ser feita segundo as oportunidades pastorais, tendo em conta as condições físicas e espirituais dos doentes para quem se fazem as leituras. Entre estas, indicam-se algumas mais apropriadas aos moribundos.



Leituras do Antigo Testamento


153. 1 Reis 19
, 1-8

Prostrado pela fadiga, Elias foi confortado pelo Senhor.


Leitura do Primeiro Livro dos Reis

Naqueles dias,

Acab informou Jesabel de tudo quanto Elias fizera

e de como tinha passado ao fio da espada todos os profetas.

Então Jesabel enviou um mensageiro a Elias 

para lhe dizer: 

«Apliquem-me os deuses tal e tal castigo, 

se amanhã, a esta hora, eu não fizer à tua vida 

o que tu fizeste à deles». 

Elias teve medo, levantou-se e partiu para salvar a vida. 

Ao chegar a Bersabé de Judá, 

deixou ali o seu criado 

e, entrando no deserto, andou o dia inteiro. 

Depois, sentou-se debaixo de um junípero 

e, desejando a morte, exclamou: 

«Já basta, Senhor! 

Tirai-me a vida, porque não sou melhor que meus pais.» 

Deitou-se por terra e adormeceu à sombra do junípero. 

Nisto, um Anjo tocou-lhe e disse: 

«Levanta-te e come». 

Ele olhou e viu à sua cabeceira 

um pão cozido sobre pedras quentes 

e uma bilha de água. 

Comeu e bebeu, e tornou a deitar-se. 

O Anjo do Senhor veio segunda vez, 

tocou-lhe e disse: 

«Levanta-te e come, 

porque ainda tens um longo caminho a percorrer». 

Elias levantou-se, comeu e bebeu. 

Depois, fortalecido com aquele alimento, 

caminhou durante quarenta dias e quarenta noites, 

até ao monte de Deus, Horeb. 

Palavra do Senhor.



154. Job 3, 1-3.11-17.20-23 

«Porque se dá luz ao infeliz?» 


Leitura do Livro de Job 


Job abriu a boca e amaldiçoou o dia do seu nascimento. 

Tomou a palavra e disse: 

«Desapareça o dia em que eu nasci 

e a noite em que se anunciou: ‘Foi concebido um homem’. 

Porque não morri no ventre de minha mãe, 

ou não expirei ao sair do seio materno? 

Porque houve dois joelhos para me acolherem 

e dois seios para me amamentarem? 

Estaria agora deitado e tranquilo, 

dormiria o sono da morte e teria descanso, 

com os reis e os grandes da terra, 

que edificaram seus mausoléus, 

ou como os poderosos, 

que possuem ouro e enchem de prata as suas moradas. 

Ou porque não fui eu como o aborto escondido, 

que já não existiria, 

como as crianças que não chegaram a ver a luz? 

Ali acaba a agitação dos maus, 

aí repousam os homens extenuados. 

Porque se dá luz ao infeliz 

e vida aos corações amargurados, 

que suspiram pela morte que tarda em chegar 

e a procuram mais avidamente que um tesouro? 

Ficariam contentes diante de um túmulo, 

exultariam à vista de um sepulcro. 

Porque se dá vida ao homem que já não vê o seu caminho 

e que Deus cerca por todos os lados?» 

Palavra do Senhor.




155. Job 7, 
1-4. 6-11 

«Lembrai-Vos que a minha vida não passa de um sopro» 


Leitura do Livro de Job 


Job tomou a palavra dizendo: 

«Não vive o homem sobre a terra como um soldado? 

Não são os seus dias como os de um mercenário? 

Como o escravo que suspira, 

e o trabalhador que espera pelo salário, 

assim eu recebi em herança meses de desilusão, 

e couberam-me em sorte noites de amargura. 

Se me deito, digo: ‘Quando é que me levanto?’ 

Se me levanto: ‘Quando chegará a noite?’ 

e agito-me angustiado até ao crepúsculo. 

Os meus dias passam mais velozes 

que uma lançadeira de tear 

e desvanecem-se sem esperança. 

– Recordai-Vos, Senhor, 

que a minha vida não passa de um sopro 

e que os meus olhos nunca mais verão a felicidade. 

O olhar de quem me vê não voltará a contemplar-me; 

hão-de procurar-me os vossos olhos e eu já não existirei. 

Como a neve, que se desvanece e passa, 

assim quem desce ao túmulo não torna a subir. 

Não volta para sua casa 

e o lugar onde vivia não o torna a ver. 

É por isto que não posso calar-me: 

falarei na aflição do meu espírito, 

queixar-me-ei na amargura da minha alma». 

Palavra do Senhor.



156. Job 7
, 12-21: «Que é o homem para cuidardes dele?» 

(Para os moribundos:) 


157. Job 19, 23-27a: «Sei que o meu redentor vive» 


158. Sab 9
, 9-11.13-18: «Quem pode conhecer os vossos desígnios, se Vós não lhe dais a sabedoria?» 


159. Is 35
, 1-10: «Fortalecei as mãos fatigadas». 


160. Is 52
, 13-53, 12: «Tomou sobre si as nossas enfermidades». 


161. Is 61
, 1-3a: «O Espírito do Senhor me enviou para consolar os que choram». 

    

 

Leituras do Novo Testamento 

 

162. Atos 3, 1-10 

«Em nome de Jesus, levanta-te e anda» 


Leitura dos Atos dos Apóstolos 


Naqueles dias, 

Pedro e João subiam ao templo, 

para a oração das três horas da tarde. 

Trouxeram então um homem, coxo de nascença, 

que todos os dias colocavam à porta do templo, 

chamada Porta Formosa, 

para pedir esmola aos que entravam. 

Ao ver Pedro e João, que iam a entrar no templo, 

pediu-lhes esmola. 

Pedro, juntamente com João, olhou fixamente para ele 

e disse-lhe: «Olha para nós.» 

Ele olhava atentamente para Pedro e João, 

esperando receber deles alguma coisa.

Pedro disse-lhe: «Não tenho ouro nem prata, 

mas dou-te o que tenho: 

em nome de Jesus Cristo, o Nazareno, 

levanta-te e anda.» 

E, tomando-lhe a mão direita, levantou-o. 

Nesse instante fortaleceram-se-lhe os pés e os tornozelos, 

levantou-se de um salto, 

pôs-se de pé e começou a andar; 

depois entrou com eles no templo, 

caminhando, saltando e louvando a Deus. 

Toda a gente o viu caminhar e louvar a Deus 

e, sabendo que era aquele que costumava estar sentado, 

a mendigar, à Porta Formosa do templo, ficaram cheios 

de admiração e assombro pelo que tinha acontecido. 

Palavra do Senhor. 



163. Atos 3, 11-16 

«A fé n’Aquele que Deus ressuscitou dos mortos lhe deu a saúde» 

Leitura dos Atos dos Apóstolos 

Naqueles dias, 

o coxo de nascença que tinha sido curado 

não largava Pedro e João 

e todo o povo acorreu, cheio de assombro, 

para junto deles, ao pórtico de Salomão. 

Ao ver isto, Pedro falou ao povo, dizendo: 

«Homens de Israel, porque vos admirais com isto? 

Porque fitais os olhos em nós, 

como se fosse pelo nosso próprio poder 

ou piedade que fizemos andar este homem?

O Deus de Abraão, de Isaac e de Jacob, 

o Deus dos nossos pais, glorificou o seu Servo Jesus, 

que vós entregastes e negastes na presença de Pilatos, 

estando ele resolvido a soltá-l’O. 

Negastes o Santo e o Justo 

e pedistes a libertação dum assassino; 

matastes o autor da vida, 

mas Deus ressuscitou-O dos mortos, 

e nós somos testemunhas disso. 

Foi pela fé no seu nome que este homem que vedes 

e conheceis recuperou as forças; 

foi a fé que vem de Jesus que o curou completamente, 

na presença de todos vós». 

Palavra do Senhor. 



164. Atos 4
, 8-12 

«Não há outro nome pelo qual tenhamos de ser salvos» 

Leitura dos Atos dos Apóstolos 

Naqueles dias, 

Pedro, cheio do Espírito Santo, disse: 

«Chefes do povo e Anciãos, 

já que hoje somos interrogados 

sobre um benefício feito a um enfermo 

e o modo como ele foi curado, 

ficai sabendo todos vós, e todo o povo de Israel: 

É em nome de Jesus Cristo, o Nazareno, 

que vós crucificastes e Deus ressuscitou dos mortos, 

é por Ele que este homem 

se encontra perfeitamente curado na vossa presença.

Jesus é a pedra que vós, os construtores, 

desprezastes e que veio a tornar-se pedra angular. 

E em nenhum outro há salvação, 

pois não existe debaixo do céu outro nome, 

dado aos homens, pelo qual possamos ser salvos». 

Palavra do Senhor. 



165. At 13
, 32-39: «Aquele que Deus ressuscitou dos mortos não conheceu a corrupção». 


166. Rom 8
, 14- 17: «Se com Ele sofremos, com Ele seremos glorificados». 


167. Rom 8
, 18-27: «Esperando a redenção do nosso corpo». 


168. Rom 8
, 31b-35. 37-39: «Quem nos separará do amor de Cristo?» 

 

169. 1 Cor 1, 18-25: «A fraqueza de Deus é mais forte que toda a força humana». 


170. 1 Cor 12
, 12-22. 24b-27: «Se um membro sofre, todos os membros sofrem com ele». 


(Para os moribundos:) 


171. 1 Cor 15
, 12-20: «Se não há ressurreição dos mortos, também Cristo não ressuscitou». 


172.2 Cor 4
, 16-18: «O nosso homem interior vai-se renovando de dia para dia». 


(Para os moribundos:) 


173. 2 Cor 5
, 1. 6-10: «Temos uma morada eterna nos céus». 


174. Gal 4
, 12-19: «Sabeis que eu estava doente quando vos anunciei o Evangelho». 


175. Fil 2
, 25-30: «Esteve doente mas Deus compadeceu-se dele».


176. Col 1
, 22-29: «Completo na minha carne o que falta à paixão de Cristo». 


177. Heb 4
, 14-16; 5, 7-9: «Temos um Sumo Sacerdote capaz de se compadecer das nossas enfermidades». 


178. Tg 5
, 13-16: «A oração da fé salvará o doente». 


179. 1 Pe 
1, 3-9: «Exultais, embora sofrendo um pouco agora diversas tribulações». 


180. 1 Jo 
3, 1-2: «Ainda não se manifestou o que havemos de ser». 


181. Ap 21
, 1-7: «Não mais haverá morte nem luto, nem lágrimas, nem sofrimento». 


(Para os moribundos:) 


182. Ap 22
, 17. 20-21: «Vem, Senhor Jesus». 

     

 

Salmos Responsoriais 

 

183. Is 38, 10.11.12abcd.16 


Refrão: 
Vós, Senhor, livrastes a minha alma da morte. 


Eu disse: «Em meio da vida, vou descer às portas da morte. 

privado do resto dos meus anos». 

Eu disse: «Não mais verei o Senhor na terra dos vivos, 

não verei mais ninguém entre os habitantes do mundo. 

Para longe de mim foi arrancada a minha morada, 

como tenda de pastores. 

Como tecelão, eu tecia a minha vida, 

mas cortaram-me a trama.

Por Vós, Senhor, viverá o meu coração, 

por Vós viverá o meu espírito; 

curai-me, Senhor, e conservai-me a vida 

e o meu sofrimento se converterá em paz. 



184. Salmo 6, 
2-4a. 4b-6, 9-10 


Refrão: 
Tende compaixão de mim, Senhor, 

porque estou doente. 


Senhor, não me repreendais na vossa ira 

nem me castigueis na vossa indignação. 

Tende compaixão de mim, Senhor, porque estou doente, 

curai-me, pois se desconjuntam os meus ossos. 

A minha alma está muito perturbada. 

Voltai, Senhor, salvai a minha vida, 

curai-me pela vossa bondade. 

No seio da morte ninguém se lembra de Vós. 

Quem Vos poderá louvar na mansão dos mortos? 

Afastai-vos de mim, vós que fazeis o mal, 

porque o Senhor atendeu às minhas lágrimas. 

O Senhor ouviu a minha súplica, 

o Senhor acolheu a minha prece.



185. Salmo 24, 
4bc-5ab.6-7bc.8-9.10 e 14.15-16. 


Refrão: 
Para Vós, Senhor, elevo a minha alma. 


Mostrai-me, Senhor, os vossos caminhos, 

ensinai-me as vossas veredas. 

Guiai-me na vossa verdade e ensinai-me, 

porque Vós sois Deus, meu Salvador: 

em Vós espero sempre. 

Lembrai-Vos, Senhor, das vossas misericórdias 

e das vossas graças que são eternas. 

Lembrai-vos de mim segundo a vossa clemência, 

por causa da vossa bondade, Senhor. 

O Senhor é bom e reto: 

ensina o caminho aos pecadores. 

Orienta os humildes na justiça 

e dá-lhes a conhecer os seus caminhos. 

Todos os caminhos do Senhor são misericórdia e fidelidade 

para os que guardam a sua aliança e os seus preceitos. 

O Senhor trata com familiaridade os que O temem 

e dá-lhes a conhecer a sua aliança. 

Os meus olhos estão sempre fixos no Senhor, 

porque Ele livra os meus pés da armadilha. 

Olhai para mim e tende compaixão, 

porque estou só e desprotegido.



186. Salmo 26
, 1.4.5.7-8a.8b-9ab.9cd-10 


Refrão: 
Sê forte, confia no Senhor! 


O Senhor é minha luz e salvação: 

a quem hei-de temer? 

O Senhor é protetor da minha vida: 

de quem hei-de ter medo? 

Uma coisa peço ao Senhor, por ela anseio: 

habitar na casa do Senhor todos os dias da minha vida, 

para gozar da suavidade do Senhor 

e visitar o seu santuário. 

No dia da desgraça, 

Ele me esconderá na sua tenda, 

ocultar-me-á no recôndito do seu santuário, 

elevar-me-á sobre um rochedo. 

Ouvi, Senhor, a voz da minha súplica, 

tende compaixão de mim e atendei-me. 

Diz-me o coração: 

«procurai a sua face». 

A vossa face, Senhor, eu procuro: 

não escondais de mim o vosso rosto, 

nem afasteis com ira o vosso servo. 

Vós sois o meu refúgio. 

Não me rejeiteis nem me abandoneis, 

ó Deus, meu Salvador. 

Ainda que meu pai e minha mãe me abandonem, 

o Senhor me acolherá.



187. Salmo 33, 
2-3. 4-5. 6-7. 10-11. 12-13. 17 e 19. 


Refrão: 
O Senhor está perto dos corações atribulados. 

Ou: Provai e vede como o Senhor é bom. 


A toda a hora bendirei o Senhor, 

o seu louvor estará sempre na minha boca. 

A minha alma gloria-se no Senhor: 

ouçam e alegrem-se os humildes. 

Enaltecei comigo ao Senhor 

e exaltemos juntos o seu nome. 

Procurei o Senhor e Ele atendeu-me, 

libertou-me de toda a ansiedade. 

Voltai-vos para Ele e ficareis radiantes, 

o vosso rosto não se cobrirá de vergonha. 

Este pobre clamou e o Senhor o ouviu, 

salvou-o de todas as angústias. 

Temei o Senhor, vós os seus fiéis, 

porque nada falta aos que O temem. 

Os poderosos empobrecem e passam fome, 

aos que procuram o Senhor não faltará riqueza alguma. 

Vinde, filhos, escutai-me, 

vou ensinar-vos o temor do Senhor. 

Qual é o homem que ama a vida, 

que deseja longos dias de felicidade? 

A face do Senhor volta-se contra os que fazem o mal 

para apagar da terra a sua memória. 

O Senhor está perto dos que têm o coração atribulado 

e salva os de ânimo abatido.



188. Salmo 41
, 3. 5bcd; Salmo 42, 3.4. 


Refrão: 
Como o veado suspira pelas correntes das águas, 

assim minha alma suspira por Vós, Senhor. 


Minha alma tem sede de Deus, do Deus vivo: 

Quando irei contemplar a face de Deus? 

A minha alma estremece ao recordar 

quando passava em cortejo para o templo do Senhor, 

entre as vozes de louvor e de alegria da multidão em festa. 

Enviai a vossa luz e verdade, 

sejam elas o meu guia e me conduzam 

à vossa montanha santa e ao vosso santuário. 

E eu irei ao altar de Deus, 

a Deus que é a minha alegria. 

Ao som da cítara Vos louvarei, Senhor meu Deus. 



189. 
Sl 62, 2-3. 4-6. 7.9 

R. (2b): A minha alma tem sede de Vós, meu Deus. 



190. 
Sl 70, 1-2. 5-6ab. 8-9. 14-15ab. 

R. (12b) Meu Deus, apressai-Vos a socorrer-me. 

Ou (23): Os meus lábios exultarão de alegria, e também a minha alma que resgatastes. 



191. 
Sl 85, 1-2. 3-4. 5-6. 11. 12-13. 15-16ab. 

R. (1a): Inclinai, Senhor, o vosso ouvido e atendei-me. 

Ou (15a e 16a): Deus, bondoso e compassivo, voltai para mim os vossos olhos e tende compaixão de mim.



192. 
Sl 89, 2. 3-4. 5-6. 9-10ab. 10cd e 12. 14 e 16. 

R. (1): Senhor, Vós tendes sido o nosso refúgio, de geração em geração. 



193. 
Sl 101, 2-3. 24-25. 26-28. 19-21. 

R. (2): Ouvi, Senhor, a minha oração e chegue a Vós o meu clamor. 



194. 
Sl 102, 1-2. 3-4. 11-12. 13-14. 15-16. 17-18. 

R. (1a): Bendiz, minha alma, ao Senhor. 

Ou (8): O Senhor é clemente e compassivo, paciente e cheio de bondade. 



195. 
Sl 122, 1-2a. 2bcd. 

R. (2): Os nossos olhos voltam-se para o Senhor, nosso Deus, até que tenha piedade de nós. 



196. 
Sl 142, 1-2. 5-6. 10. 

R. (1a): Senhor, ouvi a minha oração. 

Ou: (11a): Pelo vosso nome, Senhor, conservai-me a vida. 

    

 

Aleluia e Aclamação ao Evangelho 

 

197. Sl 32, 22: Venha até nós, Senhor, a vossa bondade, assim de Vós o esperamos. 


198. 
Mt 5, 4: Bem-aventurados os que choram, porque serão consolados. 


199. 
Mt 8, 17: Cristo tomou sobre Si as nossas enfermidades e carregou as nossas dores. 


200. 
Mt 11, 28: Vinde a Mim todos os que estais cansados e sobrecarregados, e Eu vos aliviarei.


201. 
2 Cor 1, 3b-4a: Bendito seja Deus, Pai das misericórdias e Deus de toda a consolação, que nos consola em todas as nossas tribulações. 


202. 
Ef 1, 3: Bendito seja Deus, Pai de Nosso Senhor Jesus Cristo, que nos abençoou com toda a espécie de bênçãos espirituais em Cristo. 


203. 
Tgo 1, 12: Feliz o homem que suporta a tentação, porque depois de provado receberá a coroa da vida. 

   

 

Evangelhos 

 

 

204. Mt 5, 1-12a 

«Alegrai-vos e exultai 

porque é grande nos céus a vossa recompensa» 

 

Leitura do santo Evangelho segundo São Mateus. 


Naquele tempo, 

ao ver as multidões, Jesus subiu ao monte e sentou-Se. 

Rodearam-n’O os discípulos 

e Ele começou a ensiná-los, dizendo: 

«Bem-aventurados os pobres em espírito, 

porque deles é o reino dos Céus. 

Bem-aventurados os humildes, 

porque possuirão a terra. 

Bem-aventurados os que choram, 

porque serão consolados. 

Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, 

porque serão saciados. 

Bem-aventurados os misericordiosos, 

porque alcançarão misericórdia.

Bem-aventurados os puros de coração, 

porque verão a Deus. 

Bem-aventurados os que promovem a paz, 

porque serão chamados filhos de Deus. 

Bem-aventurados os que sofrem perseguição 

por amor da justiça, 

porque deles é o reino dos Céus. 

Bem-aventurados sereis, quando, por minha causa, 

vos insultarem, vos perseguirem 

e, mentindo, disserem todo o mal contra vós. 

Alegrai-vos e exultai, 

porque é grande nos Céus a vossa recompensa». 

Palavra da salvação. 

 

 

205. Mt 8, 1-4 

 

«Senhor, se quiseres, podes curar-me» 


Leitura do santo Evangelho segundo São Mateus. 


Ao descer Jesus do monte, 

seguia-O uma grande multidão. 

Veio então prostrar-se diante d’Ele um leproso, 

que Lhe disse: «Senhor, se quiseres, podes curar-me». 

Jesus estendeu a mão e tocou-o, dizendo: 

«Eu quero, fica curado». 

E imediatamente ficou curado da lepra. 

Disse-lhe Jesus: «Não digas nada a ninguém; 

mas vai mostrar-te ao sacerdote 

e apresenta a oferta que Moisés ordenou, 

para lhes servir de testemunho». 

Palavra da salvação.

  

206. Forma longa Mt 8, 5-17 

Forma breve Mt 8, 14-17 


«Tomou sobre Si as nossas enfermidades»
 


Leitura do santo Evangelho segundo São Mateus. 


Naquele tempo, ao entrar Jesus em Cafarnaum, 

aproximou-se d’Ele um centurião, 

que Lhe suplicou, dizendo: 

«Senhor, o meu servo jaz em casa paralítico 

e sofre horrivelmente». 

Disse-lhe Jesus: «Eu irei curá-lo». 

Mas o centurião respondeu-Lhe: 

«Senhor, eu não sou digno de que entres em minha casa; 

mas diz uma só palavra e o meu servo ficará curado. 

Porque eu, que não passo dum subalterno, 

tenho soldados sob as minhas ordens: 

digo a um ‘Vai’ e ele vai; 

a outro ‘Vem’ e ele vem; 

e ao meu servo ‘Faz isto’ e ele faz». 

Ao ouvi-lo, Jesus ficou admirado 

e disse àqueles que O seguiam: «Em verdade vos digo: 

Não encontrei ninguém em Israel com tão grande fé. 

Por isso vos digo: 

Do Oriente e do Ocidente virão muitos sentar-se à mesa, 

com Abraão, Isaac e Jacob, no reino dos Céus, 

enquanto os filhos do reino serão lançados nas trevas exteriores, 

onde haverá choro e ranger de dentes». 

Em seguida, Jesus disse ao centurião: «Vai para casa. 

Seja feito como acreditaste». 

E naquela hora o servo ficou curado.

  

(Forma breve:)


Jesus entrou na casa de Pedro 

e viu que a sogra dele estava de cama, com febre. 

Tocou-lhe na mão e a febre passou-lhe; 

ela então levantou-se e começou a servi-l’O. 

Ao cair da tarde trouxeram-Lhe muitos possessos. 

Jesus expulsou os espíritos com uma palavra 

e curou todos os doentes. 

Assim se cumpria o que o profeta Isaías anunciara, 

dizendo: «Ele tomou sobre Si as nossas enfermidades 

e suportou as nossas doenças». 

Palavra da salvação. 

 

 

207. Mt 11, 25-30 


«Vinde a Mim, todos os que andais cansados»
 


Leitura do santo Evangelho segundo São Mateus. 


Naquele tempo, Jesus exclamou: 

«Eu Te bendigo, ó Pai, Senhor do céu e da terra, 

porque escondeste estas verdades aos sábios e inteligentes 

e as revelastes aos pequeninos. 

Sim, Pai, Eu Te bendigo porque assim foi do teu agrado. 

Tudo Me foi dado por meu Pai. 

Ninguém conhece o Filho senão o Pai 

e ninguém conhece o Pai senão o Filho 

e aquele a quem o Filho o quiser revelar. 

Vinde a Mim, 

todos os que andais cansados e oprimidos, 

e Eu vos aliviarei.

Tomai sobre vós o meu jugo 

e aprendei de Mim, 

que sou manso e humilde de coração, 

e encontrareis descanso para as vossas almas. 

Porque o meu jugo é suave e a minha carga é leve». 

Palavra da salvação. 

 

 

208. Mt 15, 29-31: Jesus cura várias pessoas. 


209. 
Mt 25, 31-40: «O que fizestes ao mais pequeno dos meus irmãos, a Mim o fizestes». 


210. 
Mc 2, 1-12: «Vendo a fé deles, disse: Os teus pecados te são perdoados». 


211. 
Mc 4, 35-40 (Gr 35-41): «Porque temeis? Como é que ainda não tendes fé?» 


212. 
Mc 10, 46-52: «Jesus, Filho de David, tende compaixão de mim». 


213. 
Mc 16, 15-20: «Imporão as mãos sobre os doentes e eles recobrarão a saúde». 


214. 
Lc 7, 19-23 (cf 18b-23): «Ide dizer a João o que vistes e ouvistes». 


215. 
Lc 10, 5-6. 8-9: «Curai os enfermos». 


216. 
Lc 10, 25-37: «Quem é o meu próximo?» 


217. 
Lc 11, 5-13: «Pedi e recebereis». 


218. 
Lc 12, 35-44: «Felizes aqueles servos a quem o Senhor encontrar vigilantes». 

219. Lc 18, 9-14: «Meu Deus, compadecei-Vos de mim, que sou pecador».

 

(Para os moribundos:)


220. 
Jo 6, 35-40: «A vontade de meu Pai é que nada perca daquilo que me deu». 


221. 
Jo 6, 54-59 (Gr 53-58): «Quem comer deste pão viverá para sempre». 


222. 
Jo 9, 1-7: «Não pecou; mas é assim para se manifestarem nele as obras de Deus». 


223. 
Jo 10, 11-18: «O bom pastor dá a vida pelas suas ovelhas». 

    


 

Leituras da História da Paixão do Senhor 

 

224. Podem também fazer-se leituras tiradas da história da Paixão do Senhor, se parecer oportuno, como vem no Domingo da Paixão (Leccionário), ou na Sexta-Feira Santa (ibid.), ou na Missa votiva da «Santa Cruz», ou ainda como segue: 

 

225. Mt 26, 36-46 


«Se este cálice não pode passar sem que Eu o beba,
 

faça-se a tua vontade» 


Leitura do santo Evangelho segundo São Mateus. 


Naquele tempo, Jesus chegou com os discípulos 

a uma propriedade, chamada Getsémani, 

e disse-lhes: «Ficai aqui, enquanto Eu vou além orar». 

E, tomando consigo Pedro e os dois filhos de Zebedeu, 

começou a entristecer-Se e a angustiar-Se. 

Disse-lhes então: 

«A minha alma está numa tristeza de morte. 

Ficai aqui e vigiai comigo».

E adiantando-Se um pouco mais, 

caiu com o rosto por terra, enquanto orava e dizia: 

«Meu Pai, se é possível, passe de Mim este cálice. 

Todavia, não se faça como Eu quero, 

mas como Tu queres». 

Depois, foi ter com os discípulos 

encontrou-os a dormir e disse a Pedro: 

«Nem sequer pudestes vigiar uma hora comigo! 

Vigiai e orai, para não cairdes em tentação. 

O espírito está pronto, mas a carne é fraca». 

De novo Se afastou, pela segunda vez, 

e orou, dizendo: «Meu Pai, 

se este cálice não pode passar sem que Eu o beba, 

faça-se a tua vontade». 

Voltou novamente e encontrou-os a dormir, 

pois os seus olhos estavam pesados de sono. 

Deixou-os e foi de novo orar, pela terceira vez, 

repetindo as mesmas palavras. 

Veio então ao encontro dos discípulos e disse-lhes: 

«Dormi agora e descansai. 

Chegou a hora em que o Filho do homem 

vai ser entregue às mãos dos pecadores. 

Levantai-vos, vamos. 

Aproxima-se aquele que Me vai entregar». 

Palavra da salvação. 

  

226. Mc 15, 33-39; 16, 1-6 


A morte e a ressurreição do Senhor
 


Leitura do santo Evangelho segundo São Marcos. 


Naquele tempo, quando chegou o meio dia, 

as trevas cobriram toda a terra, até às três horas da tarde. 

E às três horas da tarde, Jesus clamou com voz forte: 

«Eloí, Eloí, lemá sabactháni?», 

que quer dizer, 

«Meu Deus, meu Deus, porque Me abandonastes?» 

Alguns dos presentes, ouvindo isto, disseram: 

«Está a chamar por Elias». 

Alguém correu a embeber uma esponja em vinagre 

e, pondo-a na ponta duma cana, deu-Lhe a beber e disse: 

«Deixai ver se Elias vem tirá-Lo». 

Então Jesus, soltando um grande brado, expirou. 

O véu do templo rasgou-se em duas partes, 

de alto a baixo. 

O centurião que estava em frente de Jesus, 

ao vê-l’O expirar daquela maneira, exclamou: 

«Na verdade, este homem era Filho de Deus!» 

Depois de passar o sábado, 

Maria Madalena, Maria, mãe de Tiago, e Salomé 

compraram aromas para irem embalsamar Jesus. 

E no primeiro dia da semana, partindo muito cedo, 

chegaram ao sepulcro ao nascer do sol. 

Diziam umas às outras: 

«Quem nos irá remover a pedra da entrada do sepulcro?» 

Mas, olhando, viram que a pedra fora já removida; 

e era muito grande. 

Entrando no sepulcro, 

viram um jovem sentado no lado direito, 

vestido com uma túnica branca, e ficaram assustadas. 

Mas ele disse-lhes: «Não vos assusteis. 

Procurais a Jesus de Nazaré, o Crucificado? 

Ressuscitou: não está aqui. 

Vede o lugar onde O tinham depositado». 

Palavra da salvação.

 

 

227. Lc 23, 44-49; 24, 1-6 


Morte e ressurreição de Jesus
 


Leitura do santo Evangelho segundo São Lucas. 


Era já quase meio dia, 

quando as trevas cobriram toda a terra, 

até às três horas da tarde, porque o sol se tinha eclipsado. 

O véu do templo rasgou-se ao meio. 

E Jesus exclamou com voz forte 

«Pai, em tuas mãos entrego o meu espírito». 

Dito isto, expirou. 

Vendo o que sucedera, 

o centurião deu glória a Deus, dizendo: 

«Realmente, este homem era justo». 

E toda a multidão que tinha assistido àquele espetáculo, 

ao ver o que se passava, regressava batendo no peito. 

Todos os conhecidos de Jesus, bem como as mulheres 

que O acompanhavam desde a Galileia, 

mantinham-se à distância, observando estas coisas. 

No primeiro dia da semana, ao romper da manhã, 

as mulheres que tinham vindo com Jesus da Galileia 

foram ao sepulcro, 

levando os perfumes que tinham preparado. 

Encontraram a pedra do sepulcro removida 

e, ao entrarem, não acharam o corpo do Senhor Jesus. 

Estando elas perplexas com o sucedido, 

apareceram-lhes dois homens com vestes resplandecentes. 

Ficaram amedrontadas e inclinaram o rosto para o chão, 

enquanto eles lhes diziam: 

«Porque buscais entre os mortos Aquele que está vivo? 

Não está aqui: ressuscitou». 

Palavra da salvação.

 

 

228. Lc 24, 13-35 


«Não tinha o Messias de sofrer tudo isso
 

para entrar na sua glória?» 


Leitura do santo Evangelho segundo São Lucas. 


No primeiro dia da semana, 

dois dos discípulos de Jesus 

iam a caminho duma povoação chamada Emaús, 

que ficava a sessenta estádios de Jerusalém. 

Conversavam entre si sobre tudo o que tinha sucedido. 

Enquanto falavam e discutiam, 

Jesus aproximou-Se deles 

e pôs-Se com eles a caminho. 

Mas os seus olhos estavam impedidos de O reconhecerem. 

Ele perguntou-lhes: 

«Que palavras são essas 

que trocais entre vós pelo caminho?» 

Pararam entristecidos; 

e um deles, chamado Cléofas, respondeu: 

«Tu és o único habitante de Jerusalém 

a ignorar o que lá se passou nestes dias?. 

E Ele perguntou: «Que foi?» 

Responderam-Lhe: 

«O que se refere a Jesus de Nazaré, 

profeta poderoso em obras e palavras 

diante de Deus e de todo o povo; 

e como os príncipes dos sacerdotes 

e os nossos chefes O entregaram 

para ser condenado à morte e crucificado. 

Nós esperávamos que fosse Ele 

quem havia de libertar Israel. 

Mas, afinal, é já o terceiro dia depois que isto aconteceu. 

É verdade que algumas mulheres do nosso grupo 

nos sobressaltaram: 

foram de madrugada ao sepulcro, 

não encontraram o corpo de Jesus 

e vieram dizer que lhes tinham aparecido uns Anjos 

a anunciar que Ele estava vivo. 

Mas a Ele não O viram». 

Então Jesus disse-lhes: 

«Homens sem inteligência e lentos de espírito 

para acreditar em tudo o que os profetas anunciaram! 

Não tinha o Messias de sofrer tudo isso 

para entrar na sua glória?» 

Depois, começando por Moisés 

e passando pelos Profetas, 

explicou-lhes em todas as Escrituras 

o que Lhe dizia respeito. 

Ao chegarem perto da povoação para onde iam, 

Jesus fez menção de seguir para diante. 

Mas eles convenceram-n’O a ficar, dizendo: 

»Ficai connosco, 

porque o dia está a terminar 

e vem caindo a noite». 

Jesus entrou e ficou com eles. 

E quando se pôs à mesa, tomou o pão, 

recitou a bênção, partiu-o e entregou-lho. 

Nesse momento abriram-se-lhes os olhos 

e reconheceram-n’O. 

Mas Ele desapareceu da sua presença. 

Disseram então um para o outro: 

«Não ardia cá dentro o nosso coração, 

quando Ele nos falava pelo caminho 

e nos explicava as Escrituras?»

Partiram imediatamente de regresso a Jerusalém 

e encontraram reunidos os Onze 

e os que estavam com eles, que diziam: 

«Na verdade, o Senhor ressuscitou e apareceu a Simão». 

E eles contaram o que tinha acontecido no caminho 

e como O tinham reconhecido ao partir o pão. 

Palavra da salvação. 

 

 

229. Jo 20, 1-10 


Viu e acreditou.
 


Leitura do santo Evangelho segundo São João. 


No primeiro dia da semana, 

Maria Madalena foi de manhãzinha, ainda escuro, 

ao sepulcro e viu a pedra retirada do sepulcro. 

Correu então e foi ter com Simão Pedro 

e com o outro discípulo que Jesus amava 

e disse-lhes: «Levaram o Senhor do sepulcro 

e não sabemos onde O puseram». 

Pedro partiu com o outro discípulo 

e foram ambos ao sepulcro. 

Corriam os dois juntos, 

mas o outro discípulo antecipou-se, 

correndo mais depressa do que Pedro, 

e chegou primeiro ao sepulcro. 

Debruçando-se, viu as ligaduras no chão, 

mas não entrou. 

Entretanto, chegou também Simão Pedro, que o seguira. 

Entrou no sepulcro e viu as ligaduras no chão 

e o sudário que tinha estado sobre a cabeça de Jesus, 

não com as ligaduras, mas enrolado à parte.

Entrou também o outro discípulo 

que chegara primeiro ao sepulcro: 

viu e acreditou. 

Na verdade, ainda não tinham entendido a Escritura, 

segundo a qual Jesus devia ressuscitar dos mortos. 

Depois disto, os discípulos regressaram a casa. 

Palavra da salvação. 

     

 

II. FÓRMULAS DE SAUDAÇÃO 

 

230. 

V. A graça de Nosso Senhor Jesus Cristo, 

o amor do Pai e a comunhão do Espírito Santo 

estejam convosco. 

R. Bendito seja Deus, que nos reuniu no amor de Cristo. 

 

 

231. 

V. A graça e a paz de Deus, nosso Pai 

e de Jesus Cristo, nosso Senhor, estejam convosco. 

R. Bendito seja Deus, que nos reuniu no amor de Cristo.

 

 

III. FÓRMULAS DO ATO PENITENCIAL 

 

232. O sacerdote convida os fiéis à penitência. 

Irmãos: para participarmos dignamente nesta celebração, 

reconheçamos que somos pecadores. 


Guardam-se alguns momentos de silêncio. A seguir o sacerdote diz: 

Tende compaixão de nós, Senhor 


Todos respondem: 

Porque somos pecadores. 

O sacerdote continua: 

Manifestai, Senhor, a vossa misericórdia. 


Todos respondem: 

E dai-nos a vossa salvação. 

E o sacerdote conclui: 

Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, 

perdoe os nossos pecados 

e nos conduza à vida eterna. 


Todos respondem: 

Amen.

 

 

233. O sacerdote convida os fiéis à penitência: 

Irmãos: para participarmos dignamente nesta celebração, 

reconheçamos que somos pecadores. 


Guardam-se alguns momentos de silêncio. A seguir, o sacerdote, ou outro dos presentes, diz as seguintes invocações ou outras semelhantes, seguidas de 
Senhor, tende piedade de nós. 

Senhor, que pelo vosso mistério pascal 

nos alcançastes a salvação, 

Senhor, tende piedade de nós 

R. Senhor, tende piedade de nós. 


Sacerdote: 

Cristo, que renovais constantemente no meio de nós 

as maravilhas da vossa Paixão, 

Cristo, tende piedade de nós. 

R. Cristo, tende piedade de nós. 


Sacerdote: 

Senhor, que nos tornais participantes do sacrifício pascal 

pela comunhão do vosso Corpo, 

Senhor, tende piedade de nós. 

R. Senhor, tende piedade de nós. 


E o sacerdote conclui: 

Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, 

perdoe os nossos pecados 

e nos conduza à vida eterna. 


Todos respondem: 

Amen.

   

 

IV. ORAÇÕES DEPOIS DA COMUNHÃO 

 

234. 

Deus de infinita bondade 

que pelo mistério pascal do vosso Filho, 

consumastes a obra da salvação humana, 

fazei que, anunciando neste divino sacramento 

a morte e a ressurreição de Cristo, 

sintamos crescer em nós a obra da redenção. 

Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, 

que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo. 

R. Amen. 

 

 

235. 

Deus de bondade, 

que nos fizestes participantes 

do mesmo pão e do mesmo cálice, 

concedei que, unidos na alegria e no amor de Cristo 

dêmos fruto abundante para a salvação do mundo. 

Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso filho, 

que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo. 

R. Amen.

 

 

236. 

Nós Vos damos graças, Senhor, 

pelo alimento celeste que recebemos 

e imploramos da vossa misericórdia 

que, pela acção do Espírito Santo, 

perseverem na vossa graça 

os que receberam a força do alto. 

Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, 

que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo. 

R. Amen. 

 

 

V. BÊNÇÃOS 

 

237. 

Nosso Senhor Jesus Cristo 

esteja a teu lado para te proteger. 

R. Amen. 

 

Ele esteja sempre contigo para te guiar e defender. 

R. Amen. 

 

Ele vele sobre ti e te conforte com as suas bênçãos. 

R. Amen. 

 

E a vós todos, aqui presentes, 

abençoe Deus todo-poderoso, 

Pai, Filho e Espírito Santo. 

R. Amen.

  

Ou: 

 

238. 

A bênção de Deus todo-poderoso, 

Pai, Filho e Espírito Santo, 

desça sobre vós e permaneça para sempre. 

R. Amen.

 

 

VI. PARA A UNÇÃO DOS DOENTES 

 

239. Oração no início do rito da Unção 

Em vez da admonição no início da Unção dos doentes pode fazer-se esta oração: 

Senhor, Jesus Cristo, 

que dissestes por meio do vosso Apóstolo Tiago: 

«Algum de vós está doente? 

Chame os presbíteros da Igreja para que orem sobre ele, 

ungindo-o com o óleo em nome do Senhor. 

A oração da fé salvará o doente e o Senhor o confortará, 

e, se tiver pecados, ser-lhe-ão perdoados», 

em obediência à vossa palavra, 

nós Vos pedimos que estejais presente 

no meio daqueles que estão reunidos em vosso nome 

e que guardeis benignamente com a vossa misericórdia 

o nosso irmão N. (e os outros enfermos aqui presentes). 

Vós que sois Deus, com o Pai, 

na unidade do Espírito Santo. 

R. Amen.

 

 

240. Outras preces litânicas antes da Unção 

 

1 

 

— Senhor, que suportastes as nossas enfermidades 

e tomastes sobre Vós as nossas dores, 

Senhor, tende piedade de nós. 

R. Senhor, tende piedade de nós. 

 

— Cristo, que Vos compadecestes da multidão 

e passastes fazendo o bem e curando os doentes, 

Cristo, tende piedade de nós. 

R. Cristo, tende piedade de nós. 

 

— Senhor, que ordenastes aos vossos Apóstolos 

que impusessem as mãos sobre os doentes, 

Senhor, tende piedade de nós. 

R. Senhor, tende piedade de nós. 

  

241. 2 

Oremos ao Senhor pelo nosso irmão doente 

e por todos os que tratam dele. 

— Olhai benignamente para este doente. 

R. Ouvi-nos, Senhor. 

 

— Infundi novo vigor aos seus membros. 

R. Ouvi-nos, Senhor.

 

— Suavizai as suas dores. 

R. Ouvi-nos, Senhor. 

 

— Dignai-Vos libertá-lo do pecado 

e de todas as tentações. 

R. Ouvi-nos, Senhor. 

 

— Socorrei com a vossa graça todos os doentes. 

R. Ouvi-nos, Senhor. 

 

— Animai com a vossa ação divina 

todos os que lhe assistem. 

R. Ouvi-nos, Senhor. 

 

— Dignai-vos conceder a vida e a saúde 

àquele a quem, em vosso nome, impomos as mãos. 

R. Ouvi-nos, Senhor. 

  

242. Outra fórmula da bênção do Óleo dos enfermos 

 

— Bendito sejais, Senhor, Pai omnipotente, 

que por amor de nós e pela nossa salvação 

enviastes ao mundo o vosso Filho. 

R. Bendito sejais, Senhor. 

 

— Bendito sejais, Senhor, Filho Unigénito, 

que, tendo descido à nossa humanidade, 

quisestes dar remédio às nossas enfermidades. 

R. Bendito sejais, Senhor.

 

— Bendito sejais, Senhor, Espírito Santo Consolador, 

que, pelo vosso poder, continuamente nos dais coragem 

para suportarmos as enfermidades do nosso corpo. 

R. Bendito sejais, Senhor. 

 

Assisti-nos benignamente, Senhor, 

e santificai com a vossa bênção este óleo 

preparado para remediar os males dos vossos fiéis, 

para que todos os que forem com ele ungidos, 

mediante a oração da fé, 

sejam livres de toda a enfermidade. 

Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, 

que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo. 

R. Amen. 

   

 

Orações depois da Unção 

 

243. Para uma pessoa de idade avançada 

Olhai benignamente, Senhor, 

para o vosso servo sob o peso da idade, 

que implora a vossa graça por esta santa Unção, 

para alcançar a saúde da alma e do corpo: 

confortai-o com a plenitude do vosso Espírito 

para que permaneça forte na fé e firme na esperança, 

dê a todos testemunho da sua paciência 

e manifeste na alegria o vosso amor. 

Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, 

que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo. 

R. Amen.

 

 

244. Para quem está em grande perigo 

Senhor, nosso Deus, Redentor de todos os homens, 

que na vossa Paixão suportastes as nossas dores 

e sofrestes as nossas enfermidades, 

nós Vos pedimos humildemente 

pelo nosso irmão doente N., 

para que, redimido por Vós, 

lhe levanteis o ânimo com a esperança da salvação 

e Vos digneis ampará-lo no corpo e na alma. 

Vós que sois Deus com o Pai 

na unidade do Espírito Santo. 

R. Amen. 

 

 

245Para aquele que recebe a Unção e o Viático 

Senhor, nosso Deus, 

Pai de misericórdia e consolador dos aflitos, 

olhai benignamente para o vosso servo N., 

que põe em Vós a sua confiança. 

Pela graça da santa Unção, 

aliviai-o das angústias que o oprimem, 

e fazei que, reconfortado com o Corpo 

e Sangue do vosso Filho, 

receba o Viático para chegar à vida eterna. 

Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, 

que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo. 

R. Amen.

 

 

246Para um agonizante 

Pai clementíssimo, 

que sois conhecedor de toda a boa vontade, 

que sempre perdoais os pecados 

e nunca negais o perdão a quem Vo-lo pede, 

tende compaixão do vosso servo N., 

que se debate em extrema agonia, 

para que, ungido com a santa Unção 

e ajudado com as orações da nossa fé, 

seja aliviado no corpo e na alma, 

e, implorando o perdão dos pecados, 

seja fortalecido com o dom do vosso amor. 

Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, 

que, vencendo a morte, nos abriu as portas da eternidade, 

e é Deus convosco na unidade do Espírito santo. 

R. Amen. 

 

 

MISSA PARA A ADMINISTRAÇÃO DO VIÁTICO 

 

LEITURAS BÍBLICAS 

 

Primeira Leitura 

 

247. 1 Re 19, 4-8: «Fortalecido com aquele alimento caminhou até ao monte de Deus». 

 

248. 1 Cor 11, 23-26: «Todas as vezes que comerdes este pão e beberdes este cálice, anunciareis a morte do Senhor».

 

 

Salmo Responsorial 

249. Sl 22, 1-3a. 3b-4. 5. 6. 

 

R. (4a): Ainda que tenha de andar por vales tenebrosos, não temerei nenhum mal, porque Vós estais comigo. 

ou (1): O Senhor é meu pastor, nada me falta. 

 

 

250. Sl 33, 2-3. 4-5. 6-7. 10-11. 

 

R. (9a): Provai e vede como o Senhor é bom. 

 

 

251. Sl 41, 2.3. 5bcd; Sl 42, 3. 4. 5. 

 

R. (Sl 41, 3): A minha alma tem sede de Deus, do Deus vivo: quando irei contemplar a face de Deus? 

 

 

252. Sl 115, 12-13. 15. e 16bc. 17-18. 

R. (Sl 114, 9): Caminharei na terra dos vivos na presença do Senhor. 

ou (Sl 115, 13): Tomarei o cálice da salvação e invocarei o nome do Senhor. 

ou: Aleluia. 

 

 

Aleluia e Versículo antes do Evangelho 

 

253. Jo 6, 51: Diz o Senhor: Eu sou o pão vivo que desceu do céu. Quem comer deste pão viverá eternamente. 

 

254. Jo 6, 54: Diz o Senhor: Quem come a minha Carne e bebe o meu Sangue, tem a vida eterna e Eu o ressuscitarei no último dia. 

 

255. Jo 10, 9: Eu sou a Porta, diz o Senhor; quem entrar por mim, será salvo e encontrará alimento. 

 

256. Jo 11, 25; 14, 6: Eu sou a ressurreição e a vida, diz o Senhor; ninguém vem ao Pai senão por Mim.

 

 

Evangelho 

 

257. Jo 6, 41-52a (Gr 41-51a): «Eu sou o pão vivo que desceu do céu». 

 

258. Jo 6, 51-59 (Gr 51-58): «Quem come a minha carne tem a vida eterna e Eu o ressuscitarei no último dia». 

 

 

 

259. Outra oração depois do Viático 


Senhor nosso Deus, 

salvação eterna dos que acreditam em Vós, 

humildemente Vos pedimos que o nosso irmão N., 

fortalecido com o Corpo (e Sangue de Cristo), 

chegue sem temor ao reino da luz e da vida. 

Por Noso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, 

que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo. 

R. Amen.

   
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