Semana Santa - Diretório Nacional de Liturgia - Liturgia Católica Apostólica Romana

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Semana Santa - Diretório Nacional de Liturgia

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SEMANA SANTA
A Semana Santa, que inclui o Tríduo Pascal, visa recordar a Paixão e a Ressurreição de Cristo, desde a sua entrada messiânica em Jerusalém (CF. NALC, n 31)

Anotações
Os ritos especiais da Semana Santa, isto é, a bênção e a procissão dos ramos, a trasladação do Santíssimo Sacramento depois da Missa da Ceia do Senhor, a ação litúrgica da Sexta-feira da Paixão do Senhor e a Vigília pascal, podem celebar-se em todas as igrejas e oratórios. Mas convém que, nas igrejas que não são paroquias e nos oratórios, sejam somente celebrados se puderem ser realizados dignamente, isto é, com número conveniente de ministros, com a possibilidade de se executar ao menos algumas partes em canto, e uma suficiente freqüência de fiéis. Senão, conviria que as celebrações fossem realizadas somente na igreja paroquial e em outras igrejas maiores.


TRÍDUO PASCAL

Cristo operou a redenção do homem e a perfeita glorificação de Deus principalmente por meio do seu mistério pascal, com o qual, morrendo, destruiu a nossa morte e ressuscitando, restaurou a vida. Por este motivo, o sagrado Tríduo pascal da Paixão e Ressurreição  do Senhor se nos apresenta como o ponto culminante de todo ano litúrgico.Aquela proeminência que tem na semana o dia do Senhor ou Domingo, tem na no ano litúrgico a solenidade da Páscoa (Nalc, N.18)

O Tríduo pascal não é preparação do Domingo da Ressurreição, mas é, segundo as palavras de Sto Agostinho, o sacratíssimo Tríduo do Crucificado, Sepultado e Ressuscitado (CALI, P55)

O Tríduo pascal da Paixão e Ressurreição do Senhor começa com a Missa vespertina da Ceia do Senhor, possui o seu centro na Vigília Pascal e encerra-se com as Vésperas do Domingo da Ressurreição (Nalc, n19)

O órgão ou harmonio tocam-se hoje na Missa vespertina até o fim do canto do Glória. Depois não se toca, até o Glória da Missa da Vigília noturna da Ressurreição.TEMPO PASCAL

Os cinquentas dias entre o Domingo da Ressurreição e o Domingo de Pentecostes sejam celebrados com alegria e exultação, como se fossem um só dia de festa, ou melhor, "como um grande Domingo" (Sto Atanásio; cf NALC, nº 22).

Os domingos deste tempo sejam tidos como Domingos da Páscoa e, depois do Domingo da Ressurreição, sejam chamados 2º, 3º, 4º, 5º, 6º e 7º Domingos da Páscoa. O Domingo  de Pentecostes encerra este tempo sagrado de cinquenta dias (NALC, nº 23). No Brasil, celebra-se no 7º Domingo da Páscoa a solenidade da Ascensão do Senhor.
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