02 DE NOVEMBRO - SÁBADO - Liturgia Diária da Igreja Católica Apostólica Romana

"extra Ecclesiam nulla salus"
Ir para o conteúdo
MISSAL > LITURGIA DO DIA
VATICAN NEWS
Pesquisa rápida
Liturgia Diária



6ª-FEIRA DA 30ª SEMANA - TEMPO COMUM
TODOS OS SANTOS - SANTORAL - COR: ROXO

Primeira Leitura (Is 25,6a.7-9)
Leitura do Livro do profeta Isaías:
Naquele dia,
6 ao Senhor dos exércitos dará neste monte, para todos os povos, um banquete de ricas iguarias.
7 Ele removerá, neste monte, a ponta da cadeia que ligava todos os povos, a teia em que tinha envolvido todas as nações.
8 O Senhor Deus eliminará para sempre a morte e enxugará as lágrimas de todas as faces e acabará com a desonra do seu povo em toda a terra; o Senhor o disse.
9 Naquele dia, se dirá: “Este é o nosso Deus, esperamos nele, até que nos salvou; este é o Senhor, nele temos confiado: vamos alegrar-nos e exultar por nos ter salvo”.
- Palavra do Senhor.
- Graças a Deus.

Responsório (Sl 26)
 
— O Senhor é minha luz e salvação.
— O Senhor é minha luz e salvação.
 
— O Senhor é minha luz e salvação;/ de quem eu terei medo?/ O Senhor é a proteção da minha vida;/ perante quem eu tremerei?
— O Senhor é minha luz e salvação.
 
— Ao Senhor eu peço apenas uma coisa,/ e é só isto que eu desejo:/ habitar no santuário do Senhor por toda a minha vida;/ saborear a suavidade do Senhor/e contemplá-lo no seu templo.
— O Senhor é minha luz e salvação.
 
— Ó Senhor, ouvi a voz do meu apelo,/ atendei por compaixão!/ É vossa face que eu procuro./ Não afasteis em vossa ira o vosso servo,/ sois vós o meu auxílio!
— O Senhor é minha luz e salvação.
 
— Sei que a bondade do Senhor/ eu hei de ver na terra dos viventes./ Espera no Senhor/ e tem coragem,/ espera no Senhor!
— O Senhor é minha luz e salvação.




Segunda Leitura (1Jo 3,1-2)
Leitura da Primeira Carta de São João:
Caríssimos:
1 Vede que grande presente de amor o Pai nos deu: de sermos chamados filhos de Deus! E nós o somos! Se o mundo não nos conhece, é porque não conheceu o Pai.
2 Caríssimos, desde já somos filhos de Deus, mas nem sequer se manifestou o que seremos! Sabemos que, quando Jesus se manifestar, seremos semelhantes a ele, porque o veremos tal como ele é.
- Palavra do Senhor.
- Graças a Deus.
 
Anúncio do Evangelho (Jo 6,37-40)
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.
— Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, disse Jesus às multidões:
37 “Todos os que o Pai me confia virão a mim, e quando vierem, não os afastarei.
38 Pois eu desci do céu não para fazer a minha vontade, mas a vontade daquele que me enviou.
39 E esta é a vontade daquele que me enviou: que eu não perca nenhum daqueles que ele me deu, mas os ressuscite no último dia.
40 Pois esta é a vontade do meu Pai: que toda pessoa que vê o Filho e nele crê tenha a vida eterna. E eu o ressuscitarei no último dia”.
— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.




Fonte: Youtube RS21
Reflexão - Padre João Luís Fávero - Campinas (SP)
“A Minh’ alma tem sede de Deus e deseja o Deus vivo.”
Jo 11, 17-27

Neste dia de finados, celebramos a fé na Ressurreição e a certeza da vida eterna. Vencendo a morte, Jesus abre para nós, a porta dos céus. Esta comemoração, faz a memória de vários mistérios: O mistério da morte, a comunhão solidária com os falecidos e lembrança dos que conviveram conosco na família e na comunidade.

A liturgia de hoje poderia até ser chamada de liturgia da Esperança, pois celebramos a vitória da vida sobre a morte, porque Jesus Cristo ressuscitou dos mortos como primogênito.

No Prefacio dos Mortos I, lembra: “Nele (Cristo) brilhou para nós a esperança da feliz ressurreição. E aos que a certeza da morte entristece, a promessa da imortalidade consola. Senhor para os que creem em Vós, a vida não é tirada, mas transformada. E desfeito o nosso corpo mortal, nos é dado, nos céus, um corpo imperecível”.

O catecismo da Igreja Católica apresenta o sentido desta celebração: “A Igreja terrestre, desde os tempos primeiros da religião cristã, venerou com grande piedade a memória dos defuntos (...). Já que é um pensamento santo e salutar rezar pelos defuntos para que sejam perdoados de seus pecados (2Mc 12, 46), a Igreja também oferece sufrágios em favor deles” (no. 958).

Rezemos confiantes a Deus em favor dos falecidos, particularmente pelos que nos foram mais próximos, não nos esqueçamos de rezar pelos irmãos e irmãs que estão se purificando para entrar na glória eterna.  “A todos os fiéis falecidos, Deus conceda o repouso eterno! ”

Senhor, acalma nossas angustias e tristezas, planta em nós a esperança da Fé, para florescer em alegria eterna. Concede aos teus filhos e filhas já falecidos a paz definitiva da Tua presença. Enxuga as lagrimas de nossos olhos e dá a todos a alegria da esperança na Ressurreição prometida. Amém

Deus abençoe você e sua família.
Reflexão - Frei Rinaldo Stecanella, osm
Bom dia. Deus abençoe seu novo dia que está começando. Hoje é um dia muito especial. A Igreja, respeitando os preceitos bíblicos, resgatou e perpetuou um dia de oração para todos os nossos entes queridos que nos antecederam e que nós acreditamos, pelo poder da Ressurreição de Cristo, estão juntos de Deus. É um dia que nos inspira saudades, lembranças... algumas delas com um acento de dor e tristeza. É normal, afinal, somos humanos e recordar pessoas que passaram por nossas vidas e deixaram suas marcas..e que já não estão mais...sempre nos causam comoção. Mas tem algo que nos diferencia: somos cristãos! E a fé nos diz que um dia todos estaremos juntos no coração de Deus. Portanto, o dia deve ser de  boas lembranças e de muitas orações. Afinal, os que já partiram antes de nós, estão bem, estão vivos...e melhores que nós, não é mesmo? Que seu dia seja muito abençoado...

É feliz todo homem que busca †
seu auxílio no Deus de Jacó, *
e que põe no Senhor a esperança.
O Senhor fez o céu e a terra, *
fez o mar e o que neles existe. (Salmo 145, 5-6)

Com carinho e bençãos
Frei Rinaldo, osm
ORAÇÃO



Veja como alcançar indulgência plenária neste tempo de celebração de finados


“Pelas indulgências, os fiéis podem obter para si mesmos e também para as almas do Purgatório, a remissão das penas temporais, sequelas dos pecados” (CIC, §1498)

Dia 2 de novembro é dia de Finados. Dia este que é feriado no Brasil, que como país católico, acredita na importância de se rezar pelos fiéis falecidos. No dia de Finados, não festejamos a morte, mas a vida após a morte, a ressurreição que Cristo nos conquistou com sua morte e Ressurreição.

Veja como alcançar indulgência plenária neste tempo de celebração de finados:

• Ir ao cemitério rezar pelos falecidos – entre os dias 1 e 8 de novembro
• confessar (estar totalmente desprendido de todo pecado deliberado e ter o propósito de evitar até o menor pecado)
• comungar
• orar pelas intenções do Sumo Pontífice (o Papa) – um Pai-nosso e uma Ave Maria.

Fazendo isso, estamos alcançando indulgência plenária para nós e para as almas do Purgatório.

As três condições podem ser preenchidas em dias diversos, antes ou após a realização da obra prescrita (visita ao cemitério); mas convém que a comunhão e a oração pelas intenções do Soberano Pontífice se façam no mesmo dia em que se pratica a obra.

“… todas as indulgências constituem um incentivo para vivermos uma vida cristã mais intensa e santificarmos os deveres quotidianos”.


AS INDULGÊNCIAS

As indulgências proporcionam-nos um modo acessível e proveitoso de podermos satisfazer pelo castigo temporal que ficamos devendo depois de os nossos pecados terem sido perdoados. Podemos ganhar indulgências todos os dias. Sabemos que abreviam o nosso purgatório.


Indulgência: remissão da pena temporal devida pelos nossos pecados já perdoados quanto à culpa, que a Igreja concede fora do sacramento da Penitência. É evidente que uma indulgência não é nenhuma licença para pecar, como não é nenhum perdão dos pecados cometidos. Na verdade, as indulgências nada têm a ver com os pecados enquanto tais. As indulgências dizem respeito unicamente à pena temporal que devemos a Deus depois de os nossos pecados terem sido perdoados no sacramento da Penitência (ou por um ato de contrição perfeita). É preciso frisar, pois, que só pode ganhar uma indulgência quem estiver em estado de graça santificante.

“Tudo o que ligares na terra será ligados nos céus, e tudo o que desligares na terra será desligados nos céus” ( Mt 16,19 ). Jesus pronunciou essas palavras sem acrescentar condições ou exceções, quer dizer, deu à sua Igreja o poder de tirar da alma dos homens qualquer impedimento que dificultasse a sua entrada no céu. Este poder inclui, portanto, não só o de perdoar os pecados, que se realiza pelo sacramento da Penitência, como também o de remir a pena temporal, que se obtém por meio das indulgências.

A base do tesouro da Igreja (o grande depósito de satisfação acumulada) encontra-se nos méritos infinitamente satisfatórios do próprio Cristo. Sendo Deus, tudo o que Jesus fez e sofreu tinha um valor infinito. Com a sua vida e morte, constituiu um depósito inesgotável de méritos, suficiente para atender às necessidades de toda a humanidade até o fim dos tempos. A este tesouro somam méritos de Maria, nossa Santíssima Mãe (que não necessitou dos méritos para si), os dos santos que fizeram boas obras muito além das suas necessidades, e as satisfações excedentes de todos os membros do Corpo Místico de Cristo. A Igreja concede as indulgências tirando-as do tesouro espiritual de méritos satisfatórios de Cristo e dos santos. Esse tesouro espiritual está à nossa disposição para pagarmos as penas temporais devidas pelos nossos pecados.


Vejamos como atua uma indulgência: A Igreja diz que concede indulgência parcial a qualquer oração legítima com que façamos um ato de fé (e também de esperança, caridade e contrição). Com isso a Igreja declara: “Se você está sem pecado mortal e recita um ato de fé com atenção e devoção, eu, sua Mãe, a Igreja, ofereço a Deus, do meu tesouro espiritual, os méritos que foram necessários para satisfazer o castigo temporal devido pelos seus pecados, pelo mesmo valor meritório que teria, independentemente da indulgência, o seu ato de fé”.

Às vezes, a Igreja nos dá, por assim dizer, um cheque em branco contra o seu tesouro espiritual: é o que chamamos de indulgência plenária. Neste caso, é como se a Igreja nos dissesse: “Cumpra essas condições que estabeleci – com todas as disposições devidas – e eu, sua Mãe, a Igreja, tirarei do meu tesouro espiritual toda a satisfação que for necessária para apagar inteiramente as suas dívidas de pena temporal”. Se ganhássemos uma indulgência plenária e morrêssemos logo após, nos reuniríamos a Deus no céu imediatamente, sem ter que satisfazer pelos nossos pecados no purgatório.

Para conseguirmos a indulgência plenária, é necessário estar absolutamente desprendido de todo pecado deliberado, o que exige uma dor sincera de todos pecados, tanto veniais como mortais, e o propósito de evitar daí por diante até o menor pecado. Além disso, são necessárias: confissão sacramental, comunhão eucarística e oração pelas intenções do Sumo Pontífice ( o Papa ) – um Pai-nosso e uma Ave Maria. As três condições podem ser preenchidas em dias diversos, antes ou após a realização da obra prescrita; mas convém que a comunhão e a oração pelas intenções do Soberano Pontífice se façam no mesmo dia em que se pratica a obra.

Quando consideramos o grande número de indulgências plenárias que a Igreja pôs à nossa disposição, torna-se evidente que, se tivermos de sofrer no purgatório antes de entrar no céu, será duplamente por culpa nossa. As indulgências plenárias são tão numerosas e as obras prescritas tão fáceis, que só a mais irresponsável das preguiças espirituais nos pode levar a descurá-las ou ignorá-las.


Extraído do livro “A fé explicada” de Leo J. Trese, ed. Quadrante
FEVEREIRO
DOM
SEG
TER
QUA
QUI
SEX
SÁB





1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
181920212223
2425262728

- DEDICADO À VIRGEM MARIA -
Voltar para o conteúdo