2019 - JUNHO - 28 - SEXTA-FEIRA - Liturgia Diária da Igreja Católica Apostólica Romana

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Liturgia Diária

Solenidade do Sagrado Coração de Jesus

Cor: Branco

1ª Leitura - Ez 34,11-16


Eu mesmo vou apascentar as minhas
ovelhas e fazê-las repousar.


Leitura da Profecia de Ezequiel 34,11-16


11 Assim diz o Senhor Deus: Vede! Eu mesmo vou procurar minhas ovelhas e tomar conta delas.
12 Como o pastor toma conta do rebanho, de dia, quando se encontra no meio das ovelhas dispersas, assim vou cuidar de minhas ovelhas e vou resgatá-las de todos os lugares em que forem dispersadas num dia de nuvens e escuridão.
13 Vou retirar minhas ovelhas do meio dos povos e recolhê-las do meio dos países para conduzi-las à sua terra. Vou apascentar as ovelhas sobre os montes de Israel, nos vales dos riachos e em todas as regiões habitáveis do país.
14 Vou apascentá-las em boas pastagens e nos altos montes de Israel estará o seu abrigo. Ali repousarão em prados verdejantes e pastarão em férteis pastagens sobre os montes de Israel.
15 Eu mesmo vou apascentar as minhas ovelhas e fazê-las repousar - oráculo do Senhor Deus - .
16 Vou procurar a ovelha perdida, reconduzir a extraviada, enfaixar a da perna quebrada, fortalecer a doente, e vigiar a ovelha gorda e forte. Vou apascentá-las conforme o direito.
Palavra do Senhor.


Salmo - Sl 22,1-3a.3b-4.5.6 (R. 1)

R. O Senhor é o pastor que me conduz;*
não me falta coisa alguma.




1 O Senhor é o pastor que me conduz;*
não me falta coisa alguma.
2 Pelos prados e campinas verdejantes*
ele me leva a descansar.
Para as águas repousantes me encaminha,*
3 e restaura as minhas forças.
R.

3b Ele me guia no caminho mais seguro,*
pela honra do seu nome.
4 Mesmo que eu passe pelo vale tenebroso,*
nenhum mal eu temerei.
Estais comigo com bastão e com cajado,*
eles me dão a segurança!
R.

5 Preparais à minha frente uma mesa,*
bem à vista do inimigo;
com óleo vós ungis minha cabeça,*
e o meu cálice transborda.
R.

6 Felicidade e todo bem hão de seguir-me,*
por toda a minha vida;
e, na casa do Senhor, habitarei*
pelos tempos infinitos.
R.



2ª Leitura - Rm 5,5b-11

Deus mostra seu amor para conosco.


Leitura da Carta de São Paulo aos Romanos 5,5b-11

Irmãos:
5b O amor de Deus foi derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado.
6 Com efeito, quando éramos ainda fracos, Cristo morreu pelos ímpios, no tempo marcado.
7 Dificilmente alguém morrerá por um justo; por uma pessoa muito boa, talvez alguém se anime a morrer.
8 Pois bem, a prova de que Deus nos ama é que Cristo morreu por nós, quando éramos ainda pecadores.
9 Muito mais agora, que já estamos justificados pelo sangue de Cristo, seremos salvos da ira por ele.
10 Quando éramos inimigos de Deus, fomos reconciliados com ele pela morte do seu Filho; quanto mais agora, estando já reconciliados, seremos salvos por sua vida!
11 Ainda mais: Nós nos gloriamos em Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo. É por ele que, já desde o tempo presente, recebemos a reconciliação.
Palavra do Senhor.



Evangelho - Lc 15,3-7

Alegrai-vos comigo! Encontrei a
minha ovelha que estava perdida!'


+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas 15,3-7

Naquele tempo:
3 Jesus contou aos escribas e fariseus esta parábola:
4 'Se um de vós tem cem ovelhas e perde uma, não deixa as noventa e nove no deserto, e vai atrás daquela que se perdeu, até encontrá-la?
5 Quando a encontra, coloca-a nos ombros com alegria,
6 e, chegando a casa, reúne os amigos e vizinhos, e diz: 'Alegrai-vos comigo! Encontrei a minha ovelha que estava perdida!'
7 Eu vos digo: Assim haverá no céu mais alegria por um só pecador que se converte, do que por noventa e nove justos que não precisam de conversão.
Palavra da Salvação.




Fonte: Youtube RS21
Reflexão - Padre João Luís Fávero - Campinas (SP)

“O Senhor é o pastor que conduz, não me falta coisa alguma.”
Lc 15, 3-7

A parábola da ovelha perdida é chave para compreender o que se passa no Coração de Jesus. A sua alegria é grande, quando consegue atrair quem se perdeu na maldade ao seu amor. Exalta o coração misericordioso e o amor terno e gratuito de Deus por nós, e nos convidam à alegria quando se recupera algo perdido.

Nesta parábola, Jesus se apresenta como o Bom Pastor, aquele que conhece suas ovelhas pelo nome. Não permite que nenhuma delas se perca e, se alguma se desviar, vai atrás até encontrá-la.

Já se disse que Deus não tem memória, Ele é só coração. Deus faz tudo do seu jeito, e o seu jeito é ser infinito também na misericórdia. Ser misericordioso não é um atributo de Deus. Ele é misericórdia. E nos ensina a ser igualmente misericordioso; aprendendo a perdoar setenta vezes sete, sempre.

O Coração misericordioso de Jesus nos convida a imitá-lo no nosso relacionamento com os outros e a recuperar muitos que estão perdidos, desorientados, marginalizados pela sociedade moderna.

O Papa Francisco nos alerta: “Devemos dizer não a uma economia de exclusão e de desigualdade social” (EG 53).

A verdadeira devoção ao Sagrado Coração de Jesus é testemunhada no amor em relação àqueles que são os preferidos de Jesus. E na alegria de vê-los encontrar o bom caminho.

Rezemos: Senhor, dá-me um coração semelhante ao teu, preocupado com quem se extraviou e ajudar a reconduzir ao bom caminho. Ser misericordioso sempre. Ó Jesus, manso e humilde de coração, fazei do meu coração, semelhante ao teu.

Deus abençoe você e sua família.

Divino Coração Humano

“...porque sou manso e humilde de coração, e encontrareis descanso para vós” (Mt 11,29)


Em toda visão antropológica, o coração ocupa o centro profundo de nosso ser, o nosso cerne mais íntimo, o coração do coração, que não consiste no mero sentimento, mas trata-se do centro existencial que nos permite orientar-nos como um todo e plenamente em direção ao bem, à verdade, à justiça…

O coração é uma dessas palavras sobre a qual toda a multiplicidade se torna uno.

Ele simboliza, para a grande maioria das culturas, o centro da pessoa, onde se unificam todas suas dimensões. Uma pessoa com coração não é a dominada pelo sentimentalismo, senão aquela que alcançou uma unidade e coerência, um equilíbrio de maturidade que lhe permite ser objetiva e cordial, lúcida e apaixonada, intuitiva e racional; nunca fria, mas sempre acolhedora; nunca cega, mas realista.

Ter coração equivale a ser uma personalidade integrada. O coração é o símbolo da profundidade e da interioridade. Só quem chegou a uma harmonia consciente com o profundo de seu ser consegue alcançar a unidade e a maturidade pessoais.

O coração do ser humano é a própria fonte de sua personalidade consciente, inteligente e livre. É o lugar de suas escolhas decisivas, fonte das bem-aventuranças, santuário da ação misteriosa de Deus e do encontro com Ele.

Recordações, pensamentos, projetos e decisões são alguns dos componentes essenciais do órgão vital por excelência. O que acontece nele tem caráter decisivo. “O mistério interior do ser humano, tanto na língua-gem bíblica como na não bíblica, se expressa com a palavra coração” (Xavier León-Dufour).

Por isso é importante permanecer atento aos seus movimentos. É a única forma de nos conhecer e de conhecer verdadeiramente uma pessoa. O coração pode palpitar ao ritmo da soberba ou da humildade, do amor ou do ódio, do egoísmo ou da generosidade. E está cheio de mesclas: de trigo e de joio.

Vivemos imersos em uma multiplicidade de realidades, imagens, ofertas, caminhos, ideias diferentes… No entanto, quando procuramos reunir e estruturar nossa busca e orientá-la para a realidade última de nossa existência, recorreremos a expressões, palavras, imagens que brotam do mais profundo de nós mesmos, do nosso coração.

Trata-se, pois, de chegar à unificação de nossa pessoa, integrando a afetividade, a sensibilidade, a razão, os desejos…, para além da bela expressão de Pascal: “O coração tem razões que a razão não conhece”. O fato é que há “olhos no coração” que permitem compreender o que nem os olhos do corpo, nem a razão são capazes de perceber: “Rogo a Deus que ilumine os olhos dos vossos corações, para que conheçais qual é a esperança à qual fostes chamados” (Ef. 1,18).

A antropologia bíblica considera o coração como o interior do ser humano, num sentido muito mais am-plo que o das línguas latinas; não o coração entendido como o órgão da afetividade (uma zona muito in-consistente e instável), mas uma dimensão mais interna e transparente, que se converte em “sede” do espírito. Já no AT, o coração designava o complexo mundo interior do ser humano.

Fechamento, insensibilidade, indiferença, impassibilidade, surdez, falsidade, murmurações… eram razões mais que suficientes para exortar a uma mudança de atitude. “Eu lhes darei um só coração e infundirei neles um espírito novo: tirarei de seu peito o coração de pedra e lhes darei um coração de carne” (Ez 11,19). A conversão devia empapar todo o ser, especialmente o coração petrificado.

Segundo a tradição bíblica, o que mais nos desumaniza é viver com um “coração fechado” e endurecido, um “coração de pedra”, incapaz de amar e de crer. Quem vive “fechado em si mesmo”, não pode acolher o Espírito de Deus, não pode deixar-se guiar pelo Espírito de Jesus.

Quando nosso coração está “fechado”, nossos olhos não vêem, nossos ouvidos não ouvem, nossos braços e pés se atrofiam e não se movimentam em direção ao outro; vivemos voltados sobre nós mesmos, insensíveis à admiração e à ação de graças. Quando nosso coração está “fechado”, em nossa vida não há mais compaixão e passamos a viver indiferentes à violência e injustiça que destroem a felicidade de tantas pessoas. Vivemos separados da vida, desconectados. Uma fronteira invisível nos separa do Espírito de Deus que tudo dinamiza e inspira; é impossível sentir a vida como Jesus sentia.

Quando vivemos a partir do coração, escutamos com mais paciência, olhamos com cumplicidade, toca-mos com ternura, sofremos com fortaleza, assumimos o risco com naturalidade, misturamos nossa vida com a dos outros e avançamos em comunidade realizando projetos solidários.

Jesus dava decisiva importância ao coração: “a boca fala daquilo que está cheio o coração” (Lc. 6,45); “Bem-aventurados os puros de coração, porque verão a Deus” (Mt. 5,8). “Onde está teu tesouro, ali está teu coração” (Mt. 6,21).

Jesus vivia a partir de seu coração e contagiava com a força poderosa de seu amor e de sua entrega.

Nele se realizou definitivamente sua promessa. Ele nasceu com um coração de carne, ou seja, humano, absolutamente divino. Estava chamado a ser o coração de todos, o centro nevrálgico da humanidade.


Jesus é o homem para os outros, que tem coração, um coração não de pedra, mas de carne. Sua vida, um sinal do bem amar, do saber amar. Mas, sobretudo, Jesus, em seu Coração, é a profundidade mesma do ser humano e de Deus. Nele está a fonte do Espírito que brota como água fecunda até a vida eterna.

Graças à Encarnação, o Filho de Deus trabalhou com mãos humanas, pensou com inteligência humana, sentiu com vontade humana, amou com coração humano.

O coração de Jesus nos fala de iniciativa, de liberdade, de entrega absoluta e amor profundo. O coração de Jesus revela que sua vida implica um movimento de saída, que provoca encontros pessoais, que transforma a vida daqueles(as) que o seguem, abrindo-lhes novos horizontes, ampliando a visão e descentrando-os de sua própria lógica.

O evangelho deste domingo mostra um dos mais vivos exemplos de coração agradecido que podemos encontrar. Jesus, que acaba de passar por uma profunda experiência de rejeição por parte das cidades da Galiléia, explode no canto que começa: “Eu te louvo, Pai, porque escondeste estas coisas aos sábios e entendidos”.

O coração de Jesus é sustentado, alimentado, irrigado pelo amor cuidadoso e providente do Pai.

É no coração que também nós, seus(suas) seguidores(as), poderemos estar em segurança, profundamente repousados. É no coração, “última solidão do ser”, que decidimos por Deus e a Ele aderimos. Aqui Deus marca “encontro” com cada um de nós. “Deus é mais íntimo a cada um de nós do que nós mesmos” (S.Agostinho).


Texto bíblico: Mt 11,25-30


Na oração: Todos estamos no coração de Cristo. Todos estamos no Amor de Deus. Todos fomos introduzidos na Sagrada Humanidade d’Aquele que, sendo Deus, se fez semelhante a nós para que possamos todos nos sentir n’Ele.

O coração se revela como imagem de amor, de humanidade, de entranhas compassivas. Identificamos as pessoas por seu bom coração, por terem entranhas de misericórdia.

- Você deixa transparecer seu coração na relação com as pessoas? As atividades que você realiza tem coração?

Artigo
Pe. Adroaldo Palaoro, sj
Diretor do Centro de Espiritualidade Inaciana – CEI
Fonte: Rede Século 21


Reflexão - Frei Rinaldo Stecanella, osm
Bom dia. Deus abençoe sua vida nesta nova jornada de quinta-feira que está começando.  No dia do SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS, sinta a presença de Deus agindo na sua vida e convidando você para irradiar esse amor por onde for. Ande sempre nos caminhos do Senhor, do amor, da paz, da alegria, da serenidade...da verdade, da justiça...faça sempre o bem, não importa a quem. Não mude o que é sua essência: ser bom!!! Deus abençoe seu dia na paz e no amor. Atitude para hoje: postura de vencedor!!

Oremos ao Sagrado Coração de Jesus
Meu Sagrado Coração de Jesus, em vós deposito toda confiança e esperança.
Vós que sabeis tudo, Pai, o Senhor do Universo, Sois o Rei dos Reis, Vós que fizeste o cego ver, paralítico andar, o morto voltar a viver, o leproso sarar.

Vós que vedes as minhas aflições, as minhas angústias, bem sabeis, Divino Coração, como preciso alcançar esta graça: (pede-se a graça com fé).

A minha conversa convosco me dá ânimo e alegria para viver, só de Vós espero com fé e confiança; (pede-se novamente a graça).

Fazei, Sagrado coração de Jesus, que antes de terminar esta conversa, dentro de nove dias, alcance esta tão grande Graça; e para Vós agradecer, divulgarei esta Graça para que os homens, aprendam a ter fé e confiança em Vós.

Iluminai os meus passos, Sagrado Coração de Jesus, assim como esta luz esta nos iluminando e testemunhando a nossa conversa.
Sagrado Coração de Jesus, eu tenho confiança em Vós, Sagrado Coração de Jesus, aumente ainda mais a minha fé.

Amém.
ORAÇÃO

Oração ao Sagrado Coração de Jesus

Meu Sagrado Coração de Jesus, corro e venho a Vós, porque sois o meu único refúgio, o meu único consolo, a minha única certeza, a minha única e firme esperança.

Vós sois o remédio infalível e seguro para todos os meus males, a esperança para as minhas misérias, o reparo das minhas faltas, a luz nas minhas dúvidas e agonias, o consolo do meu desamparo.

Vós preencheis as minhas lacunas e sois a certeza nos meus pedidos. Vós sois a infalível e infinita Fonte de luz e força, de benção e de paz.

Estou seguro de que nunca, nunca vos cansareis de mim, de que nunca me abandonareis, de que nunca deixareis de me amar, ajudando-me e protegendo-me sempre, porque o amor de Vosso Coração por mim é infinito e absoluto.

Tende piedade de mim, Senhor, pela vossa grande misericórdia, e fazei comigo, de mim e para mim, tudo o quanto quiserdes, mantendo-me sempre e para sempre dentro de Vosso Coração de Amor.

Abandono-me em Vós, Coração do meu Amor, com toda e a inteira confiança de que nunca me abandonareis, de que nunca estarei só.

Amém.

(Santa Madalena Sofia Barat)







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- DEDICADO À VIRGEM MARIA -
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