Instrução Geral do Missal Romano - Capítulo IX - Liturgia Diária da Igreja Católica Apostólica Romana

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CAPÍTULO IX

ADAPTAÇÕES QUE COMPETEM AOS BISPOS
E ÀS SUAS CONFERÊNCIAS



386.        A reforma do Missal Romano, levada a efeito no nosso tempo segundo as normas dos decretos do II Concílio do Vaticano, teve a preocupação de que todos os fiéis, na celebração eucarística, possam chegar àquela plena, consciente e activa participação, que a própria natureza da Liturgia exige e que é, para os próprios fiéis, por força da sua condição, um direito e um dever[143].
               Para que a celebração corresponda mais plenamente às normas e ao espírito da sagrada Liturgia, nesta Instrução e no Ordinário da Missa propõem-se algumas ulteriores acomodações e adaptações, que são da competência ou do Bispo diocesano ou das Conferências Episcopais.

387.        O Bispo diocesano, que deve ser considerado como o sumo sacerdote do seu rebanho e de quem depende e deriva, de algum modo, a vida dos seus fiéis em Cristo[144], deve promover, dirigir e velar pela vida litúrgica na sua diocese. A ele se confia, nesta Instrução, o encargo de moderar a disciplina da concelebração (cf. n. 202), de estabelecer normas sobre a função de servir o sacerdote ao altar (cf. n. 107), sobre a distribuição da sagrada Comunhão sob as duas espécies (cf. 283), e sobre a construção e ordenamento dos edifícios da igreja (cf. nn. 291, 315). Mas aquilo que em primeiro lugar deve ter em vista é alimentar o espírito da sagrada Liturgia nos sacerdotes, diáconos e fiéis.

388.        As adaptações de que se fala em seguida, e que requerem maior coordenação, devem ser determinadas, segundo as normas do direito, pela Conferência Episcopal.

389.        Compete às Conferências Episcopais, em primeiro lugar, preparar e aprovar, nas línguas vernáculas autorizadas, a edição deste Missal Romano, para que, confirmada pela Sé Apostólica, seja utilizada nas regiões a que se destina.
               O Missal Romano deve ser editado integralmente, quer no texto latino quer nas traduções vernáculas legitimamente aprovadas.

390.        Pertence às Conferências Episcopais definir as adaptações que se indicam nesta Instrução geral e no Ordinário da Missa e que, depois de confirmadas pela Sé Apostólica, hão-de ser introduzidas no próprio Missal, tais como:
               – os gestos e as atitudes corporais dos fiéis (cf. acima, nn. 25, 43).
               – o gesto de veneração do altar e do Evangeliário (cf. acima, n. 273);
               – os textos dos cânticos de entrada, do ofertório e da Comunhão (cf. acima, nn. 48, 74, 87);
               – as leituras da Sagrada Escritura a utilizar em situações particulares (cf. acima, n. 362);
               – a forma de dar a paz (cf. acima, n. 82);
               – o modo de receber a sagrada Comunhão (cf. acima, nn. 160-161, 284);
               – o material do altar e das alfaias sagradas, principalmente dos vasos sagrados, e também o material, a forma e a cor das vestes litúrgicas (cf. acima, nn. 301, 329, 332, 342, 345-346, 349).
               Poderão ser introduzidos no Missal Romano, em lugar conveniente, os Directórios ou as Orientações pastorais que as Conferências Episcopais julgarem úteis, previamente confirmados pela Sé Apostólica.

391.        Às mesmas Conferências compete prestar atenção particular às traduções dos textos bíblicos utilizados na celebração da Missa. Com efeito, é à Sagrada Escritura que se vão buscar as leituras a ler e a explicar na homilia e os salmos para cantar, e foi da sua inspiração e impulso que nasceram as preces, as orações e os hinos litúrgicos; dela tiram a sua capacidade de significação as acções e os sinais[145].
Utilize-se uma linguagem que possa ser entendida pelos fiéis e adaptada à proclamação pública, tendo-se, porém, em conta que são diversos os modos de falar utilizados nos livros bíblicos.

392.        Compete igualmente às Conferências Episcopais preparar com grande cuidado as traduções dos outros textos, para que, respeitada também a índole de cada língua, se ofereça plena e fielmente o sentido do primitivo texto latino. Na realização deste trabalho, convém ter em conta os diversos géneros literários que se utilizam na Missa, tais como orações presidenciais, antífonas, aclamações, respostas, súplicas litânicas, etc.
               Tenha-se bem presente que a versão dos textos não se destina em primeiro lugar à meditação, mas antes à proclamação ou ao canto no acto da celebração.
               Utilize-se uma linguagem adaptada aos fiéis da região, mas dotada de nobre qualidade literária, na certeza de que sempre haverá necessidade de alguma catequese acerca do sentido bíblico e cristão de certas palavras e expressões.
               Muito convém, que nas regiões onde se utiliza a mesma língua, haja, na medida do possível, a mesma versão para os textos litúrgicos, principalmente para os textos bíblicos e para o Ordinário da Missa[146].

393.        Tendo em conta o lugar importante do canto na celebração, como parte necessária ou integrante da liturgia[147], pertence às Conferências Episcopais aprovar melodias apropriadas, sobretudo para os textos do Ordinário da Missa, para as respostas e aclamações do povo e para os ritos especiais que ocorrem durante o ano litúrgico.
               Pertence-lhes igualmente pronunciar-se sobre quais as formas de música, melodias e instrumentos musicais que é lícito admitir no culto divino, desde que se adaptem ou possam adaptar ao uso sagrado.

394.        É conveniente que cada diocese tenha o seu calendário e o seu próprio das Missas[148]. A Conferência Episcopal, por seu lado, organize o calendário próprio da nação ou, juntamente com outras Conferências, o calendário de uma região mais alargada, a aprovar pela Sé Apostólica.
               Na elaboração deste trabalho há-de conservar-se e defender-se o mais possível o domingo, como principal dia de festa, que não deve ser sacrificado a outras celebrações que não sejam de máxima importância[149]. Procurem também que o ano litúrgico, reformado por decreto do II Concílio do Vaticano, não seja obscurecido por elementos secundários.
               Ao preparar o calendário da nação, indiquem-se os dias das Rogações e das Quatro Têmporas, assim como o modo de as celebrar e os textos[150], tendo em vista outras determinações específicas.
               É conveniente que, ao editar o Missal, sejam inseridas no respectivo lugar do calendário geral as celebrações próprias de toda a nação ou duma região mais alargada; as celebrações da região ou da diocese devem vir em apêndice particular.

395.        Por fim, se a participação dos fiéis e o seu bem espiritual exigirem adaptações e diversidades mais profundas, para que a celebração sagrada corresponda à índole e às tradições dos diversos povos, as Conferências Episcopais, de acordo com o art. 40 da Constituição sobre a sagrada Liturgia, poderão propô-las à Sé Apostólica, e introduzi-las com o seu consentimento, sobretudo naqueles povos onde o Evangelho foi anunciado mais recentemente[151]. Observem-se atentamente as normas especiais dadas pela Instrução «A Liturgia romana e a inculturação»[152].
               Quanto ao modo de agir neste assunto, proceda-se da seguinte maneira:
               Em primeiro lugar, exponha-se à Sé Apostólica uma pormenorizada proposta prévia; concedidas as devidas faculdades, proceda-se à elaboração de cada adaptação.
               Uma vez aprovadas estas propostas pela Santa Sé, levem-se a cabo as experimentações pelo tempo e nos lugares estabelecidos. Se for o caso, terminado o tempo de experimentação, a Conferência Episcopal determinará a prossecução das adaptações e submeterá ao juízo da Sé Apostólica a formulação amadurecida do assunto[153].

396.        Antes, porém, de se chegar às novas adaptações, principalmente às mais profundas, há-de cuidar-se com diligência da promoção sapiente e ordenada da devida instrução do clero e fiéis, hão-de pôr-se em prática as faculdades já previstas e aplicar-se-ão plenamente as normas pastorais correspondentes ao espírito da celebração.

397.        Observe-se também o princípio segundo o qual cada Igreja particular deve estar de acordo com a Igreja universal, não só na doutrina da fé e nos sinais sacramentais, mas também nos usos universalmente recebidos de uma ininterrupta tradição apostólica, a qual deve observar-se, não só para evitar os erros, mas também para transmitir a integridade da fé, porque a “norma da oração” (lex orandi) da Igreja corresponde à sua “norma da fé” (lex credendi)[154].
               O Rito Romano constitui uma parte notável e excelente do tesouro litúrgico e do património da Igreja católica, cujas riquezas concorrem para o bem de toda a Igreja, pelo que perdê-las seria prejudicá-la gravemente.
               Esse Rito, no decurso dos séculos, não só conservou usos litúrgicos oriundos da cidade de Roma, mas também integrou em si, de modo profundo, orgânico e harmónico, outros elementos derivados dos costumes e do engenho de diversos povos e de várias Igrejas particulares, tanto do Ocidente como do Oriente, adquirindo, assim, um certo carácter supra-regional. No nosso tempo, a identidade e a expressão unitária deste Rito encontra-se nas edições típicas dos livros litúrgicos promulgadas por autoridade dos Sumos Pontífices e nos livros litúrgicos que lhes correspondem, aprovados pelas Conferências Episcopais para os seus territórios e confirmados pela Sé Apostólica[155].

398.        A norma estabelecida pelo II Concílio do Vaticano, segundo a qual as inovações na reforma litúrgica só se devem fazer se o exigir uma verdadeira e certa utilidade da Igreja, e procurando que as novas formas como que cresçam organicamente das que já existem[156], também deve aplicar-se à inculturação do Rito Romano[157]. Além disso a inculturação precisa de bastante tempo, para não contaminar repentina e incautamente a autêntica tradição litúrgica.
               Por fim, a procura da inculturação não pretende de modo algum a criação de novas famílias rituais, mas sim responder às exigências de determinada cultura, de tal modo, porém, que as adaptações introduzidas, quer no Missal quer nos outros livros litúrgicos, não sejam prejudiciais à índole própria do Rito Romano[158].

399.        Deste modo o Missal Romano, apesar da diversidade de lugares e duma certa variedade de costumes[159], deve conservar-se no futuro como instrumento e sinal admirável da integridade e da unidade do rito Romano[160].





1
Conc. Œcum. Trid., Sessio XXII, 17 septembris 1562: Denz.-Schönm. 1738-1759.
2 Conc. Œcum. Vat. II, Const. de sacra Liturgia, Sacrosanctum Concilium, n. 47; cf. Const. dogm. de Ecclesia, Lumen gentium, nn. 3, 28; Decr. de Presbyterorum ministerio et vita, Presbyterorum ordinis, nn. 2, 4, 5.
3 Missa vespertina in Cena Domini, oratio super oblata. Cf. Sacramentarium Veronense, ed. L.C. Mohlberg, n. 93.
4 Cf. Prex eucharistica III.
5 Cf. Prex eucharistica IV.
6 Conc. Œcum. Vat. II, Const. de sacra Liturgia, Sacrosanctum Concilium, nn. 7, 47; Decr. de Presbyterorum ministerio et vita, Presbyterorum ordinis, nn. 5, 18.
7 Cf. Pius XII, Litt. Enc. Humani generis, diei 12 augusti 1950: A.A.S. 42 (1950) pp. 570- 571; Paulus VI, Litt. Enc. Mysterium Fidei, diei 3 septembris 1965: A.A.S. 57 (1965) pp. 762-769; Sollemnis professio fidei, diei 30 iunii 1968, nn. 24-26: A.A.S. 60 (1968) pp. 442-443; S. Congr. Rituum, Instr. Eucharisticum mysterium, diei 25 maii 1967, nn. 3 f, 9: A.A.S. 59 (1967) pp. 543, 547.
8 Cf. Conc. Œcum. Trid., Sessio XIII, 11 octobris 1551: Denz.-Schönm. 1635-1661.
9 Cf. Conc. Œcum. Vat. II, Decr. de Presbyterorum ministerio et vita, Presbyterorum ordinis, n. 2.
10 Cf. Conc. Œcum. Vat. II, Const. de sacra Liturgia, Sacrosanctum Concilium, n. 11.
11 Ibidem , n. 50.
12 Conc. Œcum. Trid., Sessio XXII, Doctr. de ss. Missæ sacrificio, cap. 8: Denz.-Schönm. 1749.
13 Ibidem , can. 9: Denz.-Schönm. 1759.
14 Ibidem , cap. 8: Denz.-Schönm. 1749.
15 Cf. Conc. Œcum. Vat. II, Const. de sacra Liturgia, Sacrosanctum Concilium , n. 33.
16 Ibidem , n. 36.
17 Ibidem , n. 52.
18 Ibidem , n. 35, 3.
19 Ibidem , n. 55.
20 Conc. Œcum. Trid., Sessio XXII, Doctr. de ss. Missæ sacrificio, cap. 6: Denz-Schönm. 1747.
21 Cf. Conc. Œcum Vat. II, Const. de sacra Liturgia, Sacrosanctum Concilium , n. 55.
22 Cf. Conc. Œcum. Vat. II, Const. de sacra Liturgia, Sacrosanctum Concilium, n. 41; Const. dogm. de Ecclesia, Lumen gentium, n. 11; Decr. de Presbyterorum ministerio et vita, Presbyterorum ordinis, nn. 2, 5, 6; Decr. de pastorali Episcoporum munere, Christus Dominus, n. 30; Decr. de Oecumenismo, Unitatis redintegratio, n. 15; S. Congr. Rituum, Instr. Eucharisticum mysterium, diei 25 maii 1967, nn. 3 e, 6: A.A.S. 59 (1967) pp. 542, 544-545.
23 Cf. Conc. Œcum. Vat. II, Const. de sacra Liturgia, Sacrosanctum Concilium, n. 10.
24 Cf. ibidem, n. 102.
25 Cf. Conc. Œcum. Vat. II. Const. de sacra Liturgia, Sacrosanctum Concilium, n. 10; Decr. de Presbyterorum ministerio et vita, Presbyterorum ordinis, n. 5.
26 Cf. Conc. Œcum. Vat. II, Const. de sacra Liturgia, Sacrosanctum Concilium, nn. 14, 19, 26, 28, 30.
27 Cf. ibidem, n. 47.
28 Cf. ibidem, n. 14.
29 Cf. ibidem, n. 41.
30 Cf. Conc. Œcum. Vat. II, Decr. de Presbyterorum ministerio et vita, Presbyterorum ordinis, n. 13; Codex Iuris Canonici, can. 904.
31 Cf. Conc. Œcum. Vat. II, Const. de sacra Liturgia, Sacrosanctum Concilium, n. 59.
32 Quoad peculiares Missæ celebrationes servetur quod statutum est: cf. pro Missis in coetibus particularibus: S. Congr. pro Cultu Divino, Instr. Actio pastoralis, diei 15 maii 1969: A.A.S. 61 (1969) pp. 806-811; pro Missis cum pueris: Directorium de Missis cum pueris, diei 1 novembris 1973: A.A.S. 66 (1974) pp. 30-46; de modo uniendi Horas Officii cum Missa: Institutio generalis de Liturgia Horarum, nn. 93-98; de modo uniendi quasdam benedictiones et coronationem imaginis beatæ Mariæ Virginis cum Missa: Rituale Romanum, De Benedictionibus, Prænotanda, n. 28; Ordo coronandi imaginem beatæ Mariæ Virginis, nn. 10 et 14.
33 Cf. Conc. Œcum. Vat. II, Decr. de pastorali Episcoporum munere, Christus Dominus, n. 15; cf. etiam Const. de sacra Liturgia, Sacrosanctum Concilium, n. 41.
34 Cf. Conc. Œcum. Vat. II, Const. de sacra Liturgia, Sacrosanctum Concilium, n. 22.
35 Cf. etiam Conc. Œcum. Vat. II, Const. de sacra Liturgia, Sacrosanctum Concilium, nn. 38, 40; Paulus VI, Const. Ap. Missale Romanum, supra.
36 Congr. de Cultu Divino et Disciplina Sacramentorum, Instr. Varietates legitimæ, diei 25 ianuarii 1994: A.A.S. 87 (1995) pp. 288-314.
37 Cf. Conc. Œcum. Vat. II, Decr. de Presbyterorum ministerio et vita, Presbyterorum ordinis, n. 5; Const. de sacra Liturgia, Sacrosanctum Concilium, n. 33.
38 Cf. Conc. Œcum. Trid., Sessio XXII, Doctr. de ss. Missæ sacrificio, cap. 1: Denz.-Schönm. 1740; cf. Paulus VI, Sollemnis professio fidei, diei 30 iunii 1968, n. 24: A.A.S. 60 (1968) p. 442.
39 Cf. Conc. Œcum. Vat. II, Const. de sacra Liturgia, Sacrosanctum Concilium, n. 7; Paulus VI, Litt. Enc. Mysterium Fidei, diei 3 septembris 1965: A.A.S. 57 (1965) p. 764; S. Congr. Rituum, Instr. Eucharisticum mysterium, diei 25 maii 1967, n. 9: A.A.S. 59 (1967) p. 547.
40 Cf. Conc. Œcum. Vat. II, Const. de sacra Liturgia, Sacrosanctum Concilium, n. 56; S. Congr. Rituum, Instr. Eucharisticum mysterium, diei 25 maii 1967, n. 3: A.A.S. 59 (1967) p. 542.
41 Cf. Conc. Œcum. Vat. II, Const. de sacra Liturgia, Sacrosanctum Concilium, nn. 48, 51; Const. dogm. de divina Revelatione, Dei Verbum, n. 21; Decr. de Presbyterorum ministerio et vita, Presbyterorum ordinis, n. 4.
42 Cf. Conc. Œcum. Vat. II, Const. de sacra Liturgia, Sacrosanctum Concilium, nn. 7, 33, 52.
43 Cf. ibidem, n. 33.
44 Cf. S. Congr. Rituum, Instr. Musicam sacram, diei 5 martii 1967, n. 14: A.A.S. 59 (1967) p. 304.
45 Cf. Conc. Œcum. Vat. II, Const. de sacra Liturgia, Sacrosanctum Concilium, nn. 26-27; S. Congr. Rituum, Instr. Eucharisticum mysterium, diei 25 maii 1967, n. 3 d: A.A.S. 59 (1967) p. 542.
46 Cf. Conc. Œcum. Vat. II, Const. de sacra Liturgia, Sacrosanctum Concilium, n. 30.
47 Cf. S. Congr. Rituum, Instr. Musicam sacram, diei 5 martii 1967, n. 16 a: A.A.S. 59 (1967) p. 305.
48 S. Augustinus Hipponensis, Sermo 336, 1: PL 38, 1472.
49 Cf. S. Congr. Rituum, Instr. Musicam sacram , diei 5 martii 1967, nn. 7, 16: A.A.S. 59 (1967) pp. 302, 305.
50 Cf. Conc. Œcum. Vat. II, Const. de sacra Liturgia, Sacrosanctum Concilium , n. 116; etiam ibidem , n. 30.
51 Cf. Conc. Œcum. Vat. II, Const. de sacra Liturgia, Sacrosanctum Concilium , n. 54; S. Congr. Rituum, Instr. Inter Œcumenici , diei 26 septembris 1964, n. 59: A.A.S. 56 (1964) p. 891; Instr. Musicam sacram , diei 5 martii 1967, n. 47: A.A.S. 59 (1967) p. 314.
52 Cf. Conc. Œcum. Vat. II, Const. de sacra Liturgia, Sacrosanctum Concilium, nn. 30, 34; cf. ibidem etiam n. 21.
53 Cf. ibidem, n. 40; Congr. de Cultu Divino et Disciplina Sacramentorum, Instr. Varietates legitimæ, diei 25 ianuarii 1994, n. 41: A.A.S. 87 (1995) p. 304.
54 Cf. Conc. Œcum. Vat. II, Const. de sacra Liturgia, Sacrosanctum Concilium, n. 30; S. Congr. Rituum, Instr. Musicam sacram, diei 5 martii 1967, n. 17: A.A.S. 59 (1967) p. 305.
55 Cf. Ioannes Paulus II, Litt. Ap. Dies Domini, diei 31 maii 1998, n. 50: A.A.S. 90 (1998) p. 745.
56 Cf. infra, pp. 1249-1252.
57 Cf. Tertullianus, Adversus Marcionem, IV, 9: CCSL 1, p. 560; Origenes, Disputatio cum Heracleida, n. 4, 24: SCh 67, p. 62; Statuta Concilii Hipponensis Breviata, 21: CCSL 149, p. 39.
58 Cf. Conc. Œcum. Vat. II, Const. de sacra Liturgia, Sacrosanctum Concilium, n. 33.
59 Cf. ibidem, n. 7.
60 Cf. Missale Romanum , Ordo lectionum Missae, editio typica altera, n. 28.
61 Cf. Conc. Œcum. Vat. II, Const. de sacra Liturgia, Sacrosanctum Concilium, n. 51.
62 Cf. Ioannes Paulus II, Litt. Ap. Vicesimus quintus annus, diei 4 decembris 1988, n. 13: A.A.S. 81 (1989) p. 910.
63 Cf. Conc. Œcum. Vat. II, Const. de sacra Liturgia, Sacrosanctum Concilium , n. 52; cf. Codex Iuris Canonici , can. 767 § 1.
64 Cf. S. Congr. Rituum, Instr. Inter Œcumenici, diei 26 septembris 1964, n. 54: A.A.S. 56 (1964) p. 890.
65 Cf. Codex Iuris Canonici, can 767 § 1; Pont. Comm. Codici Iuris Canonici authentice interpretando, respons. ad dubium circa can. 767 § 1: A.A.S. 79 (1987), p. 1249; Instructio interdicasterialis de quibusdam quæstionibus circa fidelium laicorum cooperationem sacerdotum ministerium spectantem, Ecclesiæ de mysterio, diei 15 augusti 1997, art. 3: A.A.S. 89 (1997) p. 864.
66 Cf. S. Congr. Rituum , Instr. Inter Œcumenici, diei 26 septembris 1964, n. 53: A.A.S. 56 (1964) p. 890.
67 Cf. Conc. Œcum. Vat. II, Const. de sacra Liturgia, Sacrosanctum Concilium, n. 53.
68 Cf. S. Congr. Rituum, Instr. Inter Œcumenici, diei 26 septembris 1964, n. 56: A.A.S. 56 (1964) p. 890.
69 Cf. Conc. Œcum. Vat. II, Const. de sacra Liturgia, Sacrosanctum Concilium, n. 47; S. Congr. Rituum, Instr. Eucharisticum mysterium, diei 25 maii 1967, nn. 3 a, b: A.A.S. 59 (1967) pp. 540-541.
70 Cf. S. Congr. Rituum, Instr. Inter Œcumenici, diei 26 septembris 1964, n. 91: A.A.S. 56 (1964) p. 898; Instr. Eucharisticum mysterium, diei 25 maii 1967, n. 24: A.A.S. 59 (1967) p. 554.
71 Conc. Œcum. Vat. II, Const. de sacra Liturgia, Sacrosanctum Concilium, n. 48; S. Congr. Rituum, Instr. Eucharisticum mysterium, diei 25 maii 1967, n. 12: A.A.S. 59 (1967) pp. 548-549.
72 Cf. Conc. Œcum. Vat. II, Const. de sacra Liturgia, Sacrosanctum Concilium, n. 48; Decr. de Presbyterorum ministerio et vita, Presbyterorum ordinis, n. 5; S. Congr. Rituum, Instr. Eucharisticum mysterium, diei 25 maii 1967, n. 12: A.A.S. 59 (1967) pp. 548-549.
73 Cf. S. Congr. Rituum, Instr. Eucharisticum mysterium, diei 25 maii 1967, nn. 31, 32: A.A.S. 59 (1967) pp. 558-559; S. Congr. de Disciplina Sacramentorum, Instr. Immensæ caritatis, diei 29 ianuarii 1973, n. 2: A.A.S. 65 (1973) pp. 267-268.
74 Cf. S. Congr. pro Sacramentis et Cultu Divino, Instr. Inæstimabile donum, diei 3 aprilis 1980, n. 17: A.A.S. 72 (1980) p. 338.
75 Cf. Conc. Œcum. Vat. II, Const. de sacra Liturgia, Sacrosanctum Concilium, n. 26.
76 Cf. ibidem, n. 14.
77 Cf. ibidem, n. 28.
78 Cf. Conc. Œcum. Vat. II, Const. dogm. de Ecclesia, Lumen gentium, nn. 26, 28; Const. de sacra Liturgia, Sacrosanctum Concilium, n. 42.
79 Cf. Conc. Œcum. Vat. II, Const. de sacra Liturgia, Sacrosanctum Concilium, n. 26.
80 Cf. Cæremoniale Episcoporum, nn. 175-186.
81 Cf. Conc. Œcum. Vat. II. Const. dogm. de Ecclesia, Lumen gentium, n. 28; Decretum de Presbyterorum ministerio et vita, Presbyterorum ordinis, n. 2.
82 Cf. Paulus VI, Litt. Ap. Sacrum diaconatus Ordinem, diei 18 iunii 1967: A.A.S. 59 (1967) pp. 697-704; Pontificale Romanum, De Ordinatione Episcopi, presbyterorum et diaconorum, editio typica altera, 1989, n. 173.
83 Conc. Œcum. Vat. II, Const. de sacra Liturgia, Sacrosanctum Concilium, n. 48; S. Congr. Rituum, Instr. Eucharisticum mysterium, diei 25 maii 1967, n. 12: A.A.S. 59 (1967) pp. 548-549.
84 Cf. Codex Iuris Canonici, can. 910 § 2; Instructio interdicasterialis de quibusdam quæstionibus circa fidelium laicorum cooperationem sacerdotum ministerium spectantem, Ecclesiæ de mysterio, diei 15 augusti 1997, art. 8: A.A.S. 89 (1997) p. 871.
85 Cf. S. Congr. de Disciplina Sacramentorum, Instr. Immensæ caritatis, diei 29 ianuarii 1973, n. 1: A.A.S. 65 (1973) pp. 265-266; Codex Iuris Canonici, can. 230 § 3.
86 Conc. Œcum. Vat. II, Const. de sacra Liturgia, Sacrosanctum Concilium, n. 24.
87 Cf. S. Congr. Rituum, Instr. Musicam sacram, diei 5 martii 1967, n. 19: A.A.S. 59 (1967) p. 306.
88 Cf. ibidem, n. 21: A.A.S. 59 (1967) pp. 306-307.
89 Cf. Pont. Cons. de Legum textibus interpretandis, responsio ad propositum dubium circa can. 230 § 2: A.A.S. 86 (1994) p. 541.
90 Cf. Conc. Œcum. Vat. II, Const. de sacra Liturgia, Sacrosanctum Concilium , n. 22.
91 Cf. Conc. Œcum. Vat. II, Const. de sacra Liturgia, Sacrosanctum Concilium, n. 41.
92 Cf. Cæremoniale Episcoporum, nn. 119-186.
93 Cf. Conc. Œcum. Vat. II, Const. de sacra Liturgia, Sacrosanctum Concilium, n. 42; Const. dogm. de Ecclesia, Lumen gentium, n. 28; Decr. de Presbyterorum ministerio et vita, Presbyterorum ordinis, n. 5; S. Congr. Rituum, Instr. Eucharisticum mysterium, diei 25 maii 1967, n. 26: A.A.S. 59 (1967) p. 555.
94 Cf. S. Congr. Rituum, Instr. Eucharisticum mysterium, diei 25 maii 1967, n. 47: A.A.S. 59 (1967) p. 565.
95 Cf. ibidem, n. 26: A.A.S. 59 (1967) p. 555; Instr. Musicam sacram, diei 5 martii 1967, nn. 16, 27: A.A.S. 59 (1967) pp. 305, 308.
96 Cf. Instructio interdicasterialis de quibusdam quæstionibus circa fidelium laicorum cooperationem sacerdotum ministerium spectantem, Ecclesiæ de mysterio, diei 15 augusti 1997, art. 6: A.A.S. 89 (1997) p. 869.
97 Cf. S. Congr. pro Sacramentis et Cultu Divino, Instr. Inæstimabile donum, diei 3 aprilis 1980, n. 10: A.A.S. 72 (1980) p. 336; Instructio interdicasterialis de quibusdam quæstionibus circa fidelium laicorum cooperationem sacerdotum ministerium spectantem, Ecclesiæ de mysterio, diei 15 augusti 1997, art. 8: A.A.S. 89 (1997) p. 871.
98 Cf. infra, Appendix, Ritus ad deputandum ministrum sacræ Communionis ad actum distribuendæ, p. 1253.
99 Cf. Cæremoniale Episcoporum, nn. 1118-1121.
100 Cf. Paulus VI, Litt. Apost. Ministeria quædam, diei 15 augusti 1972: A.A.S. 64 (1972) p. 532.
101 Cf. Conc. Œcum. Vat. II, Const. de sacra Liturgia, Sacrosanctum Concilium, n. 57; Codex Iuris Canonici, can. 902.
102 Cf. S. Congr. Rituum, Instr. Eucharisticum mysterium, diei 25 maii 1967, n. 47: A.A.S. 59 (1967) p. 566.
103 Cf. ibidem, p. 565.
104 Cf. Benedictus XV, Const. Ap. Incruentum altaris sacrificium, diei 10 augusti 1915: A.A.S. 7 (1915) pp. 401-404.
105 Cf. S. Congr. Rituum, Instr. Eucharisticum mysterium, diei 25 maii 1967, n. 32: A.A.S. 59 (1967) p. 558.
106 Cf. Conc. Œcum. Trid. , Sessio XXI, diei 16 iulii 1562, Decr. de communione eucharistica, capp. 1-3: Denz.-Schönm. 1725-1729.
107 Cf. ibidem , cap. 2: Denz.-Schönm. 1728.
108 Cf. Conc. Œcum. Vat. II, Const. de sacra Liturgia, Sacrosanctum Concilium, nn. 122-124; Decr. de Presbyterorum ministerio et vita, Presbyterorum ordinis, n. 5; S. Congr. Rituum, Instr. Inter Œcumenici, diei 26 septembris 1964, n. 90: A.A.S. 56 (1964) p. 897; Instr. Eucharisticum mysterium, diei 25 maii 1967, n. 24: A.A S. 59 (1967) p. 554; Codex Iuris Canonici, can. 932 § 1.
109 Cf. Conc. Œcum. Vat. II, Const. de sacra Liturgia, Sacrosanctum Concilium, n. 123.
110 Cf. S. Congr. Rituum, Instr. Eucharisticum mysterium, diei 25 maii 1967, n. 24: A.A S. 59 (1967) p. 554.
111 Cf. Conc. Œcum. Vat. II, Const. de sacra Liturgia, Sacrosanctum Concilium, nn. 123, 129; S. Congr. Rituum, Instr. Inter Œcumenici, diei 26 septembris 1964, n. 13 c: A.A.S. 56 (1964) p. 880.
112 Cf. Conc. Œcum. Vat. II, Const. de sacra Liturgia, Sacrosanctum Concilium, n. 123.
113 Cf. Ibidem, n. 126; S. Congr. Rituum, Instr. Inter Œcumenici, diei 26 septembris 1964, n. 91: A.A.S. 56 (1964) p. 898.
114 Cf. S. Congr. Rituum, Instr. Inter Œcumenici, diei 26 septembris 1964, nn. 97-98: A.A.S. 56 (1964) p. 899.
115 Cf. ibidem, n. 91: A.A.S. 56 (1964) p. 898.
116 Cf. ibidem.
117 Cf. S. Congr. Rituum, Instr. Inter Œcumenici , diei 26 septembris 1964, n. 96: A.A.S. 56 (1964) p. 899.
118 Cf. Rituale Romanum, De Benedictionibus , editio typica 1984, Ordo benedictionis occasione data auspicandi novum ambonem, nn. 900-918.
119 Cf. S. Congr. Rituum, Instr. Inter Œcumenici , diei 26 septembris 1964, n. 92: A.A.S. 56 (1964) p. 898.
120 Cf. Rituale Romanum, De Benedictionibus , editio typica 1984, Ordo benedictionis occasione data auspicandi novam cathedram seu sedem præsidentiæ, nn. 880-899.
121 Cf. S. Congr. Rituum, Instr. Inter Œcumenici , diei 26 septembris 1964, n. 92: A.A.S. 56 (1964) p. 898.
122 Cf. Conc. Œcum. Vat. II, Const. de sacra Liturgia Sacrosanctum Concilium, n. 32.
123 Cf. S. Congr. Rituum, Instr. Musicam sacram, diei 5 martii 1967, n. 23: A.A.S. 59 (1967) p. 307.
124 Cf. Rituale Romanum, De Benedictionibus, editio typica 1984, Ordo benedictionis organi, nn. 1052-1067.
125 Cf. S. Congr. Rituum, Instr. Eucharisticum mysterium, diei 25 maii 1967, n. 54: A.A S. 59 (1967) p. 568; Instr. Inter Œcumenici, diei 26 septembris 1964, n. 95: A.A.S. 56 (1964) p. 898.
126 Cf. S. Congr. Rituum, Instr. Eucharisticum mysterium, diei 25 maii 1967, n. 52: A.A.S. 59 (1967) p. 568; Instr. Inter Œcumenici, diei 26 septembris 1964, n. 95: A.A.S. 56 (1964) p. 898; S. Congr. de Sacramentis, Instr. Nullo umquam tempore, diei 28 maii 1938, n. 4: A.A.S. 30 (1938) pp. 199-200; Rituale Romanum, De sacra Communione et de cultu mysterii eucharistici extra Missam, editio typica 1973, nn. 10-11; Codex Iuris Canonici, can. 938 § 3.
127 Cf. Rituale Romanum, De Benedictionibus, editio typica 1984, Ordo benedictionis occasione data auspicandi novum tabernaculum eucharisticum, nn. 919-929.
128 Cf. S. Congr. Rituum, Instr. Eucharisticum mysterium, diei 25 maii 1967, n. 55: A.A.S. 59 (1967) p. 569.
129 Ibidem, n. 53: A.A.S. 59 (1967) p. 568; Rituale Romanum, De sacra Communione et de cultu mysterii eucharistici extra Missam, editio typica 1973, n. 9; Codex Iuris Canonici, can. 938 § 2; Ioannes Paulus II, Epist. Dominicæ Cenæ, diei 24 februarii 1980, n. 3: A.A.S. 72 (1980) pp. 117-119.
130 Cf. Codex Iuris Canonici, can. 940; S. Congr. Rituum, Instr. Eucharisticum mysterium, diei 25 maii 1967, n. 57: A.A.S. 59 (1967) p. 569; cf. Rituale Romanum, De sacra Communione et de cultu mysterii eucharistici extra Missam, editio typica 1973, n. 11.
131 Cf. præsertim S. Congr. de Sacramentis, Instr. Nullo umquam tempore, diei 28 maii 1938: A.A.S. 30 (1938) pp. 198-207; Codex Iuris Canonici, cann. 934-944.
132 Cf. Conc. Œcum. Vat. II, Const. de sacra Liturgia Sacrosanctum Concilium, n. 8.
133 Cf. Pontificale Romanum, Ordo Dedicationis ecclesiæ et altaris, editio typica 1977, cap. IV, n. 10; Rituale Romanum, De Benedictionibus, editio typica 1984, Ordo ad benedicendas imagines quæ fidelium venerationi publicæ exhibentur, nn. 984-1031.
134 Cf. Conc. Œcum. Vat. II, Const. de sacra Liturgia, Sacrosanctum Concilium, n. 125.
135 Cf. Conc. Œcum. Vat. II, Const. de sacra Liturgia, Sacrosanctum Concilium, n. 128.
136 Cf. Pontificale Romanum, Ordo Dedicationis ecclesiæ et altaris, editio typica 1977 Ordo benedictionis calicis et patenæ; Rituale Romanum, De Benedictionibus, editio typica 1984, Ordo benedictionis rerum quæ in liturgicis celebrationibus usurpantur, nn. 1068-1084.
137 Cf. Rituale Romanum, De Benedictionibus, editio typica 1984, Ordo benedictionis rerum quæ in liturgicis celebrationibus usurpantur, n. 1070.
138 Cf. Conc. Œcum. Vat. II, Const. de sacra Liturgia, Sacrosanctum Concilium, n. 128.
139 Cf. ibidem.
140 Quoad benedictionem rerum quæ in domibus ecclesiæ ad usum liturgicum destinantur, cf. Rituale Romanum , De Benedictionibus , editio typica 1984, pars III.
141 Cf. Conc. Œcum. Vat. II , Const. de sacra Liturgia, Sacrosanctum Concilium , n. 51.
142 Missale Romanum, Ordo lectionum Missæ, editio typica altera 1981, Prænotanda, n. 80.
143 Ibidem, n. 81.
144 Cf. Conc. Œcum. Vat. II, Const. de sacra Liturgia, Sacrosanctum Concilium , n. 61.
145 Cf. Conc. Œcum. Vat. II, Const. dogm. de Ecclesia, Lumen gentium, n. 54; Paulus VI, Adhort. Ap., Marialis cultus, diei 2 februarii 1974, n. 9: A.A.S. 66 (1974) pp. 122-123.
146 Cf. præsertim Codex Iuris Canonici, cann. 1176-1185; Rituale Romanum, Ordo Exsequiarum, editio typica 1969.
147 Cf. Conc. Œcum. Vat. II, Const. de sacra Liturgia, Sacrosanctum Concilium, n. 14.
148 Cf. ibidem, n. 41.
149 Cf. Codex Iuris Canonici, can. 838 § 3.
150 Cf. ibidem, n. 24.
151 Cf. ibidem, n. 36 § 3.
152 Cf. ibidem, n. 112.
153 Cf. Normæ Universales de Anno liturgico et de Calendario, nn. 48-51, infra, p. 99; S. Congr. pro Cultu Divino, Instr. Calendaria particularia, diei 24 iunii 1970, nn. 4, 8: A.A.S. 62 (1970) pp. 652-653.
154 Cf. Conc. Œcum. Vat. II, Const. de sacra Liturgia, Sacrosanctum Concilium, n. 106.
155 Cf. Normæ Universales de Anno liturgico et de Calendario, n. 46, infra, p. 98; S. Congr. pro Cultu Divino, Instr. Calendaria particularia, diei 24 iunii 1970 n. 38: A.A.S. 62 (1970) p. 660.
156 Conc. Œcum. Vat. II, Const. de sacra Liturgia, Sacrosanctum Concilium, nn. 37-40.
157 Cf. Congr. de Cultu Divino et Disciplina Sacramentorum, Instr. Varietates legitimæ, diei 25 ianuarii 1994, nn. 54, 62-69: A.A.S. 87 (1995) pp. 308-309, 311-313.
158 Cf. Ibidem, nn. 66-68: A.A.S. 87 (1995) p. 313.
159 Cf. Ibidem, nn. 26-27: A.A.S. 87 (1995) pp. 298-299.
160 Cf. Ioannes Paulus II, Litt. Ap. Vicesimus quintus annus, diei 4 decembris 1988, n. 16: A.A.S. 81 (1989) p. 912; Congr. de Cultu Divino et Disciplina Sacramentorum, Instr. Varietates legitimæ, diei 25 ianuarii 1994, nn. 2, 36: A.A.S. 87 (1995) pp. 288, 302.
161 Cf. Conc. Œcum. Vat. II, Const. de sacra Liturgia, Sacrosanctum Concilium, n. 23.
162 Cf. Congr. de Cultu Divino et Disciplina Sacramentorum, Instr. Varietates legitimæ, diei 25 ianuarii 1994, n. 46: A.A.S. 87 (1995) p. 306.
163 Cf. ibidem, n. 36: A.A.S. 87 (1995) p. 302.
164 Cf. ibidem, n. 54: A.A.S. 87 (1995) pp. 308-309.
165 Cf. Conc. Œcum. Vat. II, Const. de sacra Liturgia, Sacrosanctum Concilium, n. 38; Paulus VI, Const. Ap. Missale Romanum: supra, p. 14.
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